A econômia classica

Páginas: 14 (3300 palavras) Publicado: 6 de março de 2013
FACULDADE ARAGUAIA
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS



ANA PAULA









A ECONOMIA CLÁSSICA









Goiânia
2012






A ECONOMIA CLÁSSICA








Trabalho apresentando à disciplina de
IE – Introdução á Economia,
como nota parcial de NT II, a professora
Carla Vieira.AGRADECIMENTOS







Agradeço este trabalho a Professora Carla Vieira que gentilmente cedeu um pouco de seus conhecimentos e de sua convivência diária para que conseguíssemos realizar esta pesquisa.
Agradeço aos amigos que participaram direta e aos que participaram indiretamente para a conclusão deste trabalho.





INTRODUÇÃOO objetivo do presente trabalho é investigar a importância do fator trabalho, concebido pelos clássicos como o único fator de produção, relativamente ao capital e a outros meios de produção, utilizado na produção da riqueza material, durante a época de domínio do pensamento clássico. O trabalho é considerado como fator criador de riqueza, através da análise da teoria do valor-trabalho, e na suarelação social com outras classes da sociedade. Como os proprietários e os capitalistas, caracterizando a relação de exploração. Na sua relação de classe, o trabalho gera riqueza que, segundo os clássicos, era apropriada por outras classes, através da exploração do trabalho, conceito introduzido por Ricardo e que, segundo Marx, gerava o conflito entre as classes que compunham a sociedade.
.SUMÁRIO



* A ECONOMIA CLÁSSICA
* ADAM SMITH (1723-1790)
* DAVID RICARDO (1772-1823)
* JOHN STUART MILL (1806-1873)
* JEAN BAPTISTE SAY (1768-1834)
* THOMAS MALTHUS (1766-1834)
* REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICASA ECONOMIA CLÁSSICA

A Economia Política Clássica foi a primeira escola de pensamento que estabeleceu as raízes da Economia como ciência e teve o seu auge entre os anos de 1776, com a publicação da obra de Adam Smith, A Riqueza das Nações, e 1896, com o aparecimento dos princípios de Economia, de Alfred Marshall. Foi, portanto, a escola de pensamento mais importante, depois dos neoclássicos,na História do Pensamento Econômico.
OS economistas clássicos eram: Adam Smith, David Ricardo, John Stuart Mill, Jean – Baptiste Say e Thomas Malthus.

ADAM SMITH (1723-1790)

Adam Smith enfatizava, contra a visão dos Mercantilistas, que o excedente originava-se na produção e não na circulação. Via o lucro como uma categoria de renda independente e imaginava às proprietárioslatifundiários como uma classe retrógrada.
No caso dos Fisiocratas, como a classe apropriadora do excedente era somente a classe proprietária, não aparece a questão dos interesses conflitantes entre as várias classes. O principal objeto de ataque de A. Smith era os mercantilistas que viam a origem do excedente no 'comprar barato e vender caro'. A questão da distribuição relativa do excedente entre asvárias classes não se constitui numa preocupação maior para o grande mestre, embora em algumas passagens se refira aos conflitos iminentes entre manufatureiros e trabalhadores. De fato, embora considerasse as três categorias em separado, renda, lucro e salários, a questão da distribuição do excedente entre as classes não concentra a sua atenção principal. Por essa razão foi até considerado pormuitos como o economista da 'harmonia'.
A questão do valor surge em relação à quantificação do excedente entre vários setores e à comparação de sua magnitude entre vários países. A preocupação com o valor só surge com A. Smith, uma vez que, para os Fisiocratas, o excedente era gerado em um Único setor e não existia a necessidade de uma teoria do valor para estimá-la. Em A. Smith, o excedente, por...
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