A contribuição do psicologo na fisioterapia

Páginas: 36 (8778 palavras) Publicado: 14 de maio de 2012
A CONTRIBUIÇÃO DO PSICÓLOGO NO TRABALHO DO FISIOTERAPEUTA ENVOLVIDO COM REABILITAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS: A importância da família para adesão ao tratamento

Centro Universitário Nove de Julho - UNINOVE


A CONTRIBUIÇÃO DO PSICÓLOGO NO TRABALHO DO FISIOTERAPEUTA ENVOLVIDO COM REABILITAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS: A importância da família para adesão ao tratamento

ProfessorSupervisor: Eliete de Fátima Ribeiro Ramos dos Santos

Relatório de atividades desenvolvidas no Estágio Básico IV

Centro Universitário Nove de Julho - UNINOVE
São Paulo
2006

SUMÁRIO
I. Introdução | 4 |
1. Sociedade e deficiência | 8 |
2. Família conceito e formação | 10 |
2.1. O nascimento da criança com deficiência | 12 |
2.2.Estabelecimento do vínculo da mãe e da criança(família – criança) | 9 |
3. Processo de aceitação e adaptação à nova condição | 16 |
4. A busca do atendimento especializado | 19 |
5. O profissional e a pessoa portadora de necessidades especiais | 22 |
5.1. Relação deficiente pais e profissionais | 26 |
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II. Método | 30 |
1. Material | 30 |
2. Procedimento de Coleta | 30 |
3. Procedimento de Análise | 31 |
4. Resultado eDiscussão | 38 |
5. Considerações Finais e Proposta de Intervenção | 44 |
6. Referência Bibliográfica | 47 |
7. Anexos | 48 |
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I – Introdução

Estudos apontam que as intervenções realizadas em conjunto entre profissionais da área da saúde e educação possibilitam resultados positivos para os profissionais envolvidos no tratamento e conseqüentementepara os familiares que desenvolvem novas atitudes frente ao cuidado com o indivíduo portador de necessidades especiais.
Estamos cientes que cabe aos familiares a tarefa árdua de cuidar do portador de necessidades especiais, que na sua visão não é reconhecida pela grande maioria dos profissionais, alegando que eles não querem saber de seus filhos. Essa afirmação é prematura, pois há uma extensaliteratura documentada evidenciando sentimentos outros diante do nascimento de uma criança deficiente, fator que os impede de cuidar de seu filho com deficiência inicialmente (Colnago, 1991). Sigolo (1994) também conclui pela inadequação desse tipo de julgamento por parte dos profissionais, de que as mães ou são insensíveis ou superprotetoras, mas sempre impeditivas de um desenvolvimento melhor deseu filho.
Muitas vezes é à falta de apoio emocional somada a falta de informação sobre a deficiência no momento do diagnóstico, que prejudica a busca inicial das famílias. Portanto deveria haver uma assistência profissional para “amparar” os mesmos, no momento do diagnóstico e na busca de atendimento para o indivíduo portador de necessidades especiais e para a própria família.Reconhecemos os efeitos psicológicos imediatos que a noticia da deficiência tem sobre as famílias, bem como a necessidade de esclarecimento de um atendimento que os auxilie a interpretar de forma realista os fatos sobre os quais são informados. (Santos, 1993).

Até o momento falamos sobre as dificuldades dos familiares do indivíduo deficiente. Porém, há outro lado da questão a ser considerada, adificuldade enfrentada pelo profissional que presta atendimento ao deficiente e necessita contar com o auxílio dos familiares. Os profissionais podem experienciar algumas reações semelhantes aos da família, tais como, sentirem-se com medo, tristes e até mesmo não saberem o que fazer para auxiliá-los. Na maioria das vezes esses profissionais, não estão preparados para lidar com os aspectosemocionais que acompanham o trabalho diário com o indivíduo deficiente e seus familiares.
Diante das buscas realizadas para concluir este trabalho, percebemos que as necessidades dos familiares vão desde o momento que é dado o diagnóstico, a busca de atendimento especializado, o tratamento, como também as dificuldades dos profissionais e a falta de preparo para lidar com os aspectos...
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