Vigiar e Punir de Michel Focault

Páginas: 7 (1692 palavras) Publicado: 7 de abril de 2014
O livro é dividido em quatro partes, na primeira parte do livro ele resumiu e fala sobre o sistema de poder e de como controlar as massas, tenta estudar cientificamente todas as relações de poder e objetivos. Fala sobre a hierarquia que existia naquela época, Focault descreve como um cerimonial o processo de punir.
São detalhadas e relatadas todas as etapas da punição do criminoso. Toda apopulação assistia o castigo que era dado ao criminoso, para a população ver que quem dava a sentença do castigo tinha força e poder.
Os suplícios eram tratamentos de punição aos culpados, os criminosos erram torturados, faziam trabalho forçados, perdiam a liberdade, expiação física e eram colocados em masmorras. Eles andavam pelas ruas nus, vestidos com camisolas cada uma de uma cor essa corsignificava o tipo de delito cometido, descalços e com a cabeça coberta. Jogavam chumbo, piche, óleo quente sobre seus corpos, seus membros eram reduzidos porque eram puxados por quatro cavalos. Tudo isso que faziam com os criminosos seria uma pena do crime e muitas vezes não tinha o julgamento certo ou necessário.
Procuravam uma nova maneira de punir os pensadores e filósofos, legisladores do séc.XVIII começaram a confrontar e começaram a não ter mais tolerância com o suplicio, o suplicio era mais uma forma de mostrar o poder do soberano, mostrando a força que possui quando é contrariado. Era mais um interesse político do que a possibilidade de fazer justiça. O interesse político era apenas para mostrar que quem tinha força era o rei. O julgamento era feito por varias pessoas extrajurídicos,para retirar o peso do juiz o fardo social, por ser quem castigava.
Para que o poder ficasse satisfeito, o soberano considerava a natureza dos crimes de acordo com o delito, tinham varias formas de condenações, eram multas, banimento, a roda, o esquartejamento, o açoite, a fogueira, marcação com ferrete, exposição, tornando tudo isso um suplicio, um ato bárbaro e cruel de tratar um ser humano.Para o soberano a pena obedecia critérios de produzir sofrimento, o próprio cerimonial de justiça, mostrando a sua força.
Nessa época os interrogatórios eram cruéis e desumanos, muitos acusados que diziam ser culpados mesmo sem terem cometido os crimes. Para eles a punição terrestre era como se fosse à minimização da pena futura que seria prestada com Deus.
O suplicio que é descrito pelo Focaultresume as ações do judiciário, na exposição do secreto, na escrita, na oralidade ou na confissão. A cerimônia de suplicio era para provocasse horror e medo na população.
Nos séc. XVIII e XIX os reformadores fizeram apelos para que fosse suspenso as cerimônias de suplicio, porque não dava mais medo a população e apenas fazia com que eles ficassem revoltados. Com isso nasceu a literatura do crime,deixando de ser suplicio para inquérito, que era o confronto intelectual. Com o afrouxamento da penalidade, depois de muitas lutas, trouxe em consequência a mudança e diminuição dos crimes, começa a aparecer em maior quantidade os crimes em propriedades, esse criminoso apresenta outro perfil, eles são mais maléficos e levados pelo impulso da pobreza, são os marginais. Com isso surge os crimes emmassa.
Nesse período à ilegalidade de castas sociais comuns a cada grupo, caracteriza-se por rivalidade e conflitos de interesses, partindo para uma crise mais genérica de ilegalidade popular, surgindo grande quantidade de trabalhadores, comerciam ilícito, fazendo com que ocorra uma familiaridade de delitos que passe em branco por eles mesmos.
Le Trosne acha que o sistema penal deve servir paragerir uma forma diferenciada das ilegalidades, não para que todas sejam extintas.
Houve um fato paradoxal, que foram criados novos princípios na nova estratégia jurídica, o cidadão aceitava as leis que deveriam puni-lo, o pacto com a sociedade foi rompido, e com isso eles participam da punição que recaia sobre o criminoso, virando um inimigo comum e visto pela sociedade como um monstro. O...
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