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15.12.11
Estudo propõe novo modelo de construção de pontes no Brasil

Por Hugo Bispo
Você já ouviu falar em “pontes integrais”? O termo, que é desconhecido até pela maioria dos engenheiros civis, diz respeito a pontes que não utilizam juntas ao longo de sua estrutura. Esse tipo de construção tem sido usado amplamente em países como os Estados Unidos, pois, entre outros fatores, aumenta a durabilidade das pontes e diminui seu custo de manutenção. Ciente das vantagens e desejoso de explorar o funcionamento e aplicação dessas edificações, o engenheiro civil Maurício Pinho desenvolveu a dissertação de mestrado “Pontes integrais: aspectos de projeto e construção”, defendida no programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFPE, sob orientação do professor Ézio Araújo.
No Brasil é comum ver pontes em estado precário e sendo submetidas a contínuos processos de manutenção e reparação. Isso acontece, em boa parte das vezes, porque as chamadas “pontes em vigas” são o sistema estrutural mais usado na engenharia de pontes. Embora haja vários modelos, em geral, nesse tipo de construção as vigas (grandes blocos de espessura vertical) são colocadas em sequência ao longo da estrutura da ponte, intercaladas por juntas.
Como variações sazonais e diárias de temperatura e outras deformações que ocorrem no concreto deixam as pontes sujeitas a constantes deslocamentos em sua estrutura – que podem ser de milímetros ou centímetros, dependendo da extensão da ponte –, as juntas têm importância fundamental, pois são articulações que permitem que as vigas possam se deslocar para frente e para trás.

Exemplo de pontes em vigas com juntas

No entanto, as juntas acabam se tornando com frequência o calcanhar de aquiles das pontes. Não é raro que água e detritos entrem nas articulações, provocando a deterioração da infraestrutura e superestrutura da obra. “A construção de uma ponte é cara.

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