Tungst Ni1

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Tungstênio
Barras de tungstênio com cristais evaporados, parcialmente oxidado com manchas coloridas, de pureza 99,98% e um cubo de tungstênio de 1 cm3 de alta pureza (99,999%) para comparação.

Símbolo: W.
Configuração eletrônica: [Xe] 4f14 5d4 6s2.
Ponto de fusão: 3422°C .
Número atômico: 74.
Descobridor: Juan José Delhuyar Fausto Delhuyar.
Massa atômica: 183,84 ± 0,01 u.
Série química: Metal, Metal de Transição, Elemento do 6º Grupo, Elemento do 6º Período, Metal Pesado. Também conhecido como Wolfrâmio ou Volfrâmio, o Tungstênio, é utilizado na fabricação do filamento de lâmpadas incandescentes, na indústria eletrônica, petrolífera, na construção , telefone celular, tubo de raios catódicos (presentes em monitores de TV’s e computadores), nas canetas esferográficas, entre outros. É um metal de transição externa muito resistente à corrosão. É sólido, apresenta coloração branco-acinzentado e brilhante nas condições ambiente, é o elemento com o maior ponto de fusão e de ebulição da tabela periódica.
Os primeiros relatos que se sabe hoje fazerem referência a ocorrências deste elemento remonta ao século XVI. Nessa altura, os mineiros que extraíam minério de estanho nos Montes Metalíferos, relatavam a existência de um mineral que acompanhava o minério de estanho, e que reduzia o rendimento da extração deste metal a partir do minério. Johann Gottlob Lehmann, em 1761, foi o primeiro a fundir cristais puros de volframita em nitrato de sódio. A existência do tungstênio seria proposta, pela primeira vez, em 1779, por Peter Woulfe, o qual após examinar a volframita, concluiu que este mineral continha uma nova substância. No Brasil, o tungstênio é encontrado nos minerais scheelita (CaWO4) e volframita (Fe, Mn)WO4. Em 2010, as reservas lavráveis de W totalizaram cerca de 40 mil toneladas. Destas, cerca de 70% advêm dos recursos de scheelita do Estado do Rio Grande do Norte e são caracterizadas pelo elevado teor de WO3. As reservas oriundas dos depósitos de volframita

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