TRAP-EASE AMERICA: O GRANDE QUEIJO DAS RATOEIRAS

Páginas: 6 (1455 palavras) Publicado: 17 de setembro de 2014
CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE GUANAMBI – CESG
FACULDADE DE GUANAMBI - FG




Bruna de Castro Ferreira



Atividade de Microeconomia de Sistema de Mercado










Guanambi – Ba
2014







Reportagem - Monopólio

“Os Correios tiveram sua origem no Brasil em 25 de janeiro de 1663 e, desde então, vêm se modernizando e disponibilizando serviços de qualidade quecorrespondam às expectativas de seus clientes”. Esse texto abre a apresentação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), estatal conhecida simplesmente por Correios. Em função do monopólio postal de que desfruta das greves constantes de seus funcionários, da proteção contra a concorrência, é o caso de perguntar se a afirmação no site da empresa continua digna de crédito.
Não é lógicauma lei tão importante para defender o consumidor não ser aplicada a uma empresa do governo, sobretudo em se tratando de um monopólio, quando essa empresa simplesmente interrompe seu atendimento à sociedade ano após ano. O monopólio já é, na maioria dos casos, problemático, pois significa cassação do direito de produzir, espoliação do consumidor e proteção das ineficiências e mazelas da empresa coma qual é proibido concorrer. Quando uma empresa que funciona em regime de monopólio interrompe o atendimento à população, cria-se um problema que vai muito além da questão puramente econômica – imaginemos o que ocorreria se as empresas de energia ou saneamento deixassem a população sem luz ou sem água pelo tempo que os Correios costumam ficar em greve.
Não é preciso privatizar os Correios. Ogoverno que continue com sua empresa estatal. Mas por que outras empresas não poderiam existir e competir com os Correios? O mais elementar direito do consumidor é o direito de escolha e o de buscar outro fornecedor quando a empresa entra em greve. Se a estatal for melhor que os concorrentes privados, os clientes poderão optar por ela, mas não por falta de opção e sim por conveniência. É absurdoatribuir a um monopólio estatal o transporte e a entrega de uma simples carta e proibir outras empresas de fazê-lo. A competição poderia beneficiar a própria empresa estatal, que seria obrigada a se modernizar, melhorar a gestão, ser eficiente e eliminar o desperdício e o descaso com o cliente.
Os Correios nunca tiveram seu monopólio contestado porque a história da empresa era outra. Outrora eficientee confiável, ela detinha o apreço da população e seus serviços eram tidos como satisfatórios. Essa era acabou – as greves ajudaram nisso, mas é muito mais grave o loteamento político da estatal (vale lembrar que a denúncia do mensalão derivou justamente de uma CPI dos Correios). Se fosse uma empresa privada, submetida à competição, a falência já teria batido em suas portas.
O caos só não é maiorporque algumas atividades dos Correios não são executadas em regime de monopólio, e os clientes podem buscar outros caminhos. Mas há muitos serviços dos quais os Correios são monopolistas. Antes que a população use mais esse motivo para sair às ruas, o governo e o Congresso Nacional deveriam começar a trabalhar para regulamentar a greve no serviço público e dar um fim no monopólio postal.Fundamento –
Nos dias atuais, a estrutura com característica de monopólio torna a situação de determinada localidade difícil, já que dependem de apenas um fornecedor, caso este venha a cometer falhas, irá prejudicar os entes dependentes do ato, como os correios dominam o setor de transporte de mercadorias do país e internacional, a oferta de preços torna-se única, deixando o consumidor sem escolha,a saída é optar por esse serviço. Quando não se tem o planejamento para suportar a demanda, acontecem crises, como está a acontecer na empresa, pois aumentaram as importações e também os transportes internos. Os correios poderiam aumentar o quadro de funcionários, seria o primeiro momento, uma amenizada na situação até um aumento definitivo.

Reportagem Oligopólio

O Brasil é um exemplo...
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