Trabalho

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Com o passar dos anos a humanidade tem desfrutado do avanço do processo de tratamento e cura das doenças. Pode-se constatar de acordo com registros históricos, que o conhecimento é adquirido através da experiência com o meio. No período pré-cristão, já existia a prática de medicina, enfermagem e farmácia. Sacerdotes ou feiticeiras eram responsáveis pela cura e tratamento dos doentes. Aliava-se a crença em divindades ao uso de medidas terapêuticas e plantas medicinais. Observa-se que o tratamento dos doentes sempre foi aliado à práticas religiosas. Em diferentes épocas, a religião sempre está presente quer seja entre os egípcios, gregos, romanos, cristãos, hindus e etc. É claro que, alguns povos possuíam conhecimentos mais profundos e outros nem tanto. Os hindus se tornaram os únicos que exigiam qualidade moral e conhecimento científicos dos enfermeiros e construíram hospitais. Entre os povos hebreus existem relatos de prática de higiene e exame do doente. Os chineses classificavam as doenças como benignas, médias e graves. Conheciam doenças como: varíola, anemia, verminoses e sífilis. Realizavam alguns procedimentos cirúrgicos, mas não evoluiu porque a dessecação de cadáveres foi proibida. Os japoneses aprovavam e estimulava a eutanásia, na Grécia o tratamento das doenças era aliado a mitologia. Usavam-se fármacos, ataduras e retirada de corpos estranhos. Há registros da existência de casas para tratamento dos doentes.
Daí surgiu Hipócrates, o que consideramos ser o pai da medicina. Devido a ele a medicina passou a ser reconhecida como ciência, provando que doença não era causada por maus espíritos. Hipócrates observava o doente para depois fazer diagnóstico e tratamento.
Enquanto isso, em Roma a prática da medicina não era de prestígio, mas sofreu influência do povo grego. Era exercida por escravos ou estrangeiros. Mas os Romanos se distinguiram dos outros povos pela limpeza das ruas, ventilação, água pura e redes de esgoto. Os mortos eram sepultados fora da

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