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2633 palavras 11 páginas
ríticas ao neoliberalismo são todas as críticas quanto à eficácia dos métodos e teorias econômico-politicas do Neoliberalismo, vindas de acadêmicos da área econômica ou de movimentos políticos.

Índice [esconder]
1 Síntese
2 Críticas aos resultados obtidos
3 Movimentos antineoliberalismo
4 Referências
5 Bibliografia
6 Ligações externas
7 Ver também
Síntese[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Neoliberalismo
O Neoliberalismo, ou Liberalismo neoclássico, é um produto do liberalismo econômico clássico. O termo foi cunhado em 1938 no encontro de Colloque Walter Lippmann pelo sociologista alemão e economista Alexander Rüstow1 . O termo se refere a uma redefinição do liberalismo clássico, influenciado pelas teorias econômicas neoclássicas.

O neoliberalismo pode ser visto como uma retomada, a partir da década de 1970, do liberalismo clássico. Devido isto, muitos dos estudiosos de tal doutrina rejeitam o termo neoliberal, e preferem simplesmente o termo liberal.2

Críticas aos resultados obtidos[editar | editar código-fonte]
Na visão neoliberal da Escola de Chicago, diferentemente da visão da Escola Austríaca, bastaria estancar o déficit público, e colocar a inflação sob controle, para que o capitalismo, esse animal adormecido, despertasse por sua própria conta, e a mão invisível iniciasse um espetáculo de crescimento. Já na visão da Escola Austríaca há tanto uma corrente que defende ser necessário a abolição do estado, o que é conhecido por anarco-capitalismo, onde se destaca o economista e filósofo Murray Rothbard, como correntes não anarquistas que defendem uma forte redução do estado que pode incluir a própria abolição do Banco Central, visto como o grande responsável pelas crises do capitalismo, tal como a grande depressão. Nessa segunda corrente se destaca Ludwig von Mises. Entretanto, na história da economia mundial, apenas dois países experimentaram este tipo de espetáculo: a Inglaterra da Revolução Industrial e, no século XX, os

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