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Páginas: 19 (4574 palavras) Publicado: 28 de julho de 2015
RESILIÊNCIA DOS CUIDADORES FAMILIARES DE CRIANÇAS AUTISTAS


RESILIENCE OF AUTISM CHILDREN’S FAMILY COREGIVERS

ABSTRAC
This study had the purpose to rate the resilience in Family caregivers of kids with Autism at a support association in the interior of Bahia. The resilience is related to the individual´s capacity to recover and proceed, even if experiencing adversity. This is about adescriptive study of a correlational character of a quantitative and transverse approach. It had the participation of 31 family caregivers of Autism kids. The instruments utilized were a socio demographic questionnaire, and the Wagnild and Young Resilience Scale (1993) translated and valid in Brazil. For this study it was used the descriptive and inferential statistic, and the applied tests were: T-Testand NOVA Test. According to the Kolmagotov – Sminorv the data had a normal distribution, with the correlation of Pearson and the comparison among the medias performed by the Turkey HSD Test. The data were made at the SPSS (Statistical Package for the Social Science) software, version 20.0. From a total of 31 family caregivers 93% were female, 48,4% had the ages between 31 to 40 years , 45,2% havecompleted/ uncompleted the high school, 67% with 1 to 2 children, 35% didn´t receive any benefits, 64,5% take care for a full time. The average of resilience was 142, 77. For the male caregivers (144,50) the average was higher, from 21 to 30 years old (144,86), with the completed/uncompleted high school (150,00), over 5 children (148,00), that engaged in paid employment (148,33), with income over 2minimum salaries (154,00), exempted of benefits (148,54), and up to 12 hours of daily care. The results were statistically analyzed and indicate that the existent difficulties in taking care of a Autism child influences directly to the level of resilience of the caregivers.

Keywords: Autism. Resilience. Family Caregiver.

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2.1 O autismo infantil

O autismo tornou-se umtema de interesse maior tanto sobre o campo científico quanto sobre o campo médico-social, pois a diversidade dos sintomas, além mesmo da predominância dos distúrbios da socialização e da comunicação, reinterroga cientistas e profissionais a respeito da exigência de uma semiologia precisa.
A expressão autismo foi utilizada primeiramente por Bleuer, em 1911, para designar a perda do contato com arealidade, o que acarretava uma grande dificuldade ou impossibilidade de comunicação. Em 1943, Kanner designou comportamentos associados ao de Bleuer como Distúrbio Autístico do Contato Afetivo e, Asperger, em 1944, usou a expressão Psicopatia Autística. Asperger conceituava o Autismo Infantil como a existência de uma distorção do modelo familiar interferindo no desenvolvimento psicoafetivo dacriança em decorrência do caráter altamente intelectual dos pais destas crianças (MARQUES; DIXE, 2011).
Até a década de 1960, o autismo foi considerado um transtorno emocional, causado pela incapacidade de mães e/ou pais de oferecer afeto necessário durante a criação dos filhos. Isso produziria alterações graves no desenvolvimento de crianças. A formulação dessa hipótese se baseava apenas na descriçãode casos, e não havia comprovação científica. Posteriormente, essa correlação se mostrou falsa, pois estudos mostraram que não havia diferença significativa entre os laços afetivos de pais de crianças autistas e de outras crianças (BELISÁRIO JÚNIOR; CUNHA, 2010). Além disso, novos estudos evidenciavam a presença de distúrbios neurobiológicos, e o autismo passa a ser estudado e compreendidoenquanto um transtorno do desenvolvimento, deixando de ser apontado como uma psicose infantil para ser entendido como um Transtorno Global (ou Invasivo) do Desenvolvimento (SERRA, 2010).
De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10, 1997), o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerado, um transtorno invasivo do desenvolvimento e corresponde à sigla F.84.0. É caracterizado pela...
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