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7368 palavras 30 páginas
Luis Espallargas Gimenez

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(versão para o português do texto de helio piñón)

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066

(1) Tradução de Luis
Espallargas Gimenez, de artigo do arquiteto e professor Helio Piñón, publicado na coletânea
Estudios de Historia del
Arte en Honor a Tomás
Llorens, Madri: A.
Machado, 2007. Livro organizado para homenagear o reconhecido crítico de arte por ocasião do encerramento, em 2005, de sua direção no Museu
Thyssen-Bornemisza de
Madri.

Nestes anos, completa-se meio século de abandono definitivo dos princípios da arquitetura moderna. Certamente, com o pretexto de sistematização de seus elementos e critérios comportar a perversão de sua essência. Alguns críticos, particularmente míopes, conseguiram que os profissionais deixassem de projetar segundo procedimentos que começavam a utilizar com certa naturalidade e desenvoltura. Assim, interrompeu-se o ciclo da arquitetura moderna em um momento em que gerava seus melhores frutos.
Depois de 50 anos, após cinco décadas de desorientação – de correspondentes (traspiés) escorregões e titubeios – a produção arquitetônica mais responsável, consciente que os “edificios emblemáticos” são um produto comercial definitivamente alheio à arquitetura, aparece com a recuperação dos valores da arquitetura moderna de 50 anos atrás.
Porém, o abandono do hábito de conceber de acordo com a idéia moderna de forma acarreta um simpático remake na maioria desses edificios ou, melhor ainda, a pantomima do edifício moderno, de tal maneira que – agora sim – sua modernidade se limita, muitas vezes, ao meramente figurativo: corresponderia a um estilinho internacional, ou a uma versão menor, banal e afetada daquele estilo internacional o qual agora completa dez lustros, e provocou a ira dos críticos mais precipitados.
Como contraponto do discurso, o texto descreve o real fundamento do estilo internacional, isto é, da autêntica arquitetura moderna, já que um

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