serviço social

1567 palavras 7 páginas
O intercâmbio cultural entre os Portugueses, Africanos e Indígenas foi fortemente fundido na língua, costumes, culinária, forma de pensar e práticas religiosas do nosso País. Nos Engenhos de Açúcar, o contato do branco com o africano era constante. A velha preta sendo a ama dos filhos dos senhores, lhes ensinavam as primeiras palavras, as cantigas de niná, e contos, sob a luz das suas culturas.

No tempo do Brasil colonial, as manifestações culturais mais aceitas foram as Portuguesas, enquanto que muitas das expressões culturais dos escravos africanos foram desvalorizadas ou até proibidas.
É o caso das religiões e da arte marcial da capoeira. Só a partir do Seculo XX é que começam a ser estimuladas e incentivadas, mas nem todas ao mesmo tempo.

O samba teve seu reconhecimento a partir do século passado, sendo admirado quando se destacou na música popular brasileira e foi no Governo da Ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas que políticas de incentivo à cultura afro-brasileira possibilitaram o desfile das Escolas de Samba, componente integrante da imagem carnavalesca do País.

As perseguições religiosas, só cessaram a partir da metade do Século XX. Foi então que a Ubanda passou a ser seguida por adeptos de outras classes sociais e dez anos depois as religiões afro-brasileiras conseguiram o status de aceitação por todas as camadas da sociedade brasileira.

A cultura de um povo, porém, pode ser mutilada, mas não morre, Adapta-se e sobrevive. Herdamos o código. A liberdade corporal, a sexualidade sem vergonha ou medo, a sensualidade misturada a musicalidade, manifestações de nossa dança... Dançar para os negros era uma forma de captar a vida e traduzi-la em movimentos.
Maracatu
Festa com um misto de tons religiosos e profanos, o maracatu originou-se na África com a coroação do rei do Congo. A partir de sua incorporação à cultura pernambucana, verifica-se a existência de duas vertentes: o baque solto e o baque virado. Alfaia, abê, gonguê, tarol

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