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4396 palavras 18 páginas
Educação · Ensino da Filosofia · Pensamento Crítico · Textos Filosóficos
Ciência e objetividade
A ciência evolui e essa evolução parece ser um dos seus aspetos mais distintivos. Isto levanta dois problemas filosoficamente interessantes: 1) como é que a ciência evolui? 2) Dá-se essa evolução de acordo com critérios objetivos? O propósito deste texto é conhecer a resposta a estas duas questões dada por dois importantes filósofos da ciência do século XX, Karl Popper e Thomas Kuhn.
Álvaro Nunes, 2014
O empirismo de David Hume
David Hume nasceu a 26 de abril de 1711, em Edimburgo, numa família de pequenos proprietários rurais. A família pretendia que seguisse a carreira do pai, que tinha morrido quando ele tinha dois anos, e, por isso, com onze anos mandou-o estudar Direito para a Universidade de Edimburgo. Hume sentiu uma grande aversão pelo estudo do Direito e, em vez disso, dedicou-se exclusivamente à filosofia, à leitura dos clássicos gregos e latinos e dos principais filósofos e cientistas do seu tempo.
Álvaro Nunes, 2014
O que é o conhecimento?
O que é, então, o conhecimento? Antes de podermos responder a esta questão temo de determinar com exatidão o que estamos a dizer quando falamos em conhecimento, uma vez que a palavra tem vários significados e há vários tipos de conhecimento. Todo o conhecimento é uma relação entre um sujeito, o agente que conhece, e um objeto, aquilo que é conhecido. Como há diferentes tipos de objetos, o sujeito pode ter diferentes tipos de conhecimento.
Álvaro Nunes, 2014
O problema do ceticismo
Recordemos a objeção dos céticos à conceção de conhecimento segundo a qual uma crença tem de ser justificada de modo a garantir a sua verdade, que vimos acima. Segundo essa objeção, esta conceção é tão exigente que nenhuma crença a pode satisfazer, pelo que não há conhecimento. Os céticos suportam esta posição com a afirmação de que é sempre possível as nossas crenças serem falsas. Esta afirmação, por sua vez, é suportada com o

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