Revolu o copernicana HP SEARCHER

Páginas: 17 (4113 palavras) Publicado: 27 de abril de 2015
Índice
Introdução 2
Revolução copernicana kantiana 3
Conceitos relacionados 4
Construtivismo 5
Conhecimento 6
3º Estádio: Período das Operações Concretas ( 5 aos 12 anos) 7
Alcoolismo 8
O abuso de álcool 8
Sintomas de Alcoolismo 8
Sintomas da intoxicação 9
Síndrome do blackout e da abstinência 10
Alcoólicos Anônimos 11
Alcoolismo e a Cura 11
Efeitos do álcool 11
Conclusão 12
Bibliografia 13Introdução
Neste trabalho da cadeira de filosofia irei falar de três temas, que são: o significado da revolução copernicana, o construtivismo e o alcoolismo. Em queda desses temas mencionados, vou também descrever subtemas encontrados quando explicamos estes factos que dizem respeito a esta pesquisa educacional de aprendizado.
























Revolução copernicana
“A razão,tendo por um lado os seus princípios, únicos a poderem dar aos fenômenos concordantes a autoridade de leis e, por outro, a experimentação, que imaginou segundo esses princípios, deve ir ao encontro da natureza, para ser por esta ensinada, é certo, mas não na qualidade de aluno que aceita tudo o que o mestre afirma, antes na de juiz investido nas suas funções, que obriga as testemunhas a responderaos requisitos que lhes apresenta”. (Kant, 1994, B XIII) A solução de Kant, para a dicotomia entre racionalismo e empirismo, sobre a possibilidade do conhecimento efetivo e absoluto, afirmado pelos racionalistas e negado pelos empiristas é estudada em seus pormenores por Kant. A solução para esta oposição entre as duas doutrinas filosóficas é chamada pelo filósofo, de “revolução copernicana dafilosofia”, numa referência à revolução paradigmática feita por Copérnico na astronomia, que mudou nossa visão do mundo e de sua posição no universo.
De certo modo, Kant tenta provar que tanto os inatistas (os racionalistas, que consideram certas ideias inatas na alma), quanto os empiristas estavam errados. Ou seja, os conteúdos do conhecimento não são inatos, nem são adquiridos pela experiência. Kantpostula, que a razão é inata, mas é uma estrutura vazia e sem conteúdo, que não depende da experiência para existir. A razão fornece a forma do conhecimento e a matéria é fornecida pelo conhecimento. Desta maneira, a estrutura da razão é inata e universal, enquanto os conteúdos são empíricos, obtidos pela experiência. Baseado nestes pressupostos, Kant afirma, que o conhecimento é racional everdadeiro.
Todavia, segundo o filósofo, não se pode conhecer a realidade das coisas e do mundo, o que ele chama de noumeno, “a coisa em si”. A razão humana, só pode conhecer aquilo que recebe as formas (cor, tamanho, etc.) e as categorias (elementos que organizam o conhecimento) do sujeito do conhecimento, isto é, de cada um de nós. A realidade, portanto, não está nas coisas (já que não as podeconhecer em última análise), mas em nós. Assim, vê-se o mundo “filtrado e processado” pela nossa razão, depois que as percepções passaram pelas categorias.
Revolução Copernicana
Vamos nos deter no que Kant chama de a "revolução copernicana em Filosofia" , que seria, a exemplo da "revolução copernicana", onde Copérnico troca o sistema geocêntrico anteriormente aceito, desde Aristóteles e Ptolomeu (onde aTerra seria o centro do Universo e tudo o mais giraria em seu redor, inclusive o sol) pelo heliocêntrico (de forma, a ser agora, o sol o centro do Universo, estando o planeta Terra, bem como outros astros, girando ao seu redor), uma troca de referencial, onde, a partir de Kant, os objetos deixam de ser o centro de nossa potencialidade de conhecimento, saindo a ênfase dos objectos para o humanoque os conhece, estando os objectos sujeitos à capacidade de conhecer deste humano e não o contrário. Ao conhecer algo, nunca conhecemos a pura essência deste algo, este algo em plenitude, pois já o captamos nos utilizando de elementos nossos, oriundos de nossa capacidade de conhecer, que ficam para sempre "incrustadas" a este objecto, como a exemplo o tempo e o espaço, os quais não pertencem ao...
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