Resumo Livro Os números. Capitulo 6

Páginas: 6 (1423 palavras) Publicado: 8 de abril de 2014
ALGARISMOS GREGOS E ROMANOS

Os gregos utilizavam no inicio uma notação numérica com as mesmas características do sistema cretense. Mudou somente o signo gráfico especial à unidade e a cada uma das primeiras potências de sua base.



Exemplo para o número 7.699 veja que precisavam de uma repetição exagerada de signos.


Com essas inúmeras repetições de símbolos levaram os gregos aacrescentarem algarismos suplementares. A partir do século VI a.C., foram introduzidos algarismos para o 5, 50, 500, mais tarde para o 5.000 assim por diante. Também foram alteradas suas formas gráficas:

A unidade por um traço vertical;
O numero 5 pela letra (antiga forma de Pi)
A dezena pela letra (Delta)
O numero 50 pelo signo (Formado pelo signo de Pi e Delta)
A centena pela letra (Eta)O numero 500 pelo signo (Formado pelo signo de Pi e Eta)
O Milhar pela letra (Khi)
O numero 5.000 pelo signo (Formado por Pi e Khi)
O numero 10.000 pelo signo
E por fim, o numero 50.000 pelo signo



Desse modo chegaram a um sistema equivalente ao dos Romanos, com isso, em vez de Trinta e um signos, bastava apenas Quinze para representar o numero 7.699.


OS ALGARISMOS ROMANOS:UMA INVENSÃO DE PASTORES

A numeração Romana era regida pelo principio da adição, e eram independentes uns dos outros e sua justaposição implicava geralmente a soma dos valores correspondentes.



Apesar disso, os Romanos acabaram complicando ainda mais introduzindo a regra: “todo signo numérico colocado à esquerda de um algarismo de valor superior é dele abatido”.
Foi assim com os números4, 9, 19, 40, 90,400 e 900.



Como hoje são conhecidos, os algarismos Romanos parece à primeira vista ter sido calculado sobre as letras do alfabeto latino.


Mas na verdade foram precedidos por formas muito mais antigas. Na origem, a unidade era representada por um traço vertical, o numero 5 pelo desenho de um ângulo agudo, a dezena por uma cruz, o numero 50 por um ângulo agudo com umtraço vertical, a centena por uma cruz cortada por um traço vertical, o número 500 por um semicírculo de aspecto peculiar, e o milhar por um circulo cortado por uma cruz:



Em virtude de razões formais evidentes, os algarismos primitivos para 1, 5 e 10 foram confundidos respectivamente com as letras I, V e X.
Abaixo a evolução dos outros signos:

era o algarismo para a centena, mas compropósito de abreviação, ficou sendo cindida em duas . Que por sua vez, foi confundido pela letra C.



Assim, os algarismos Romanos (cuja normalização por identificação às letras da escrita latina monumental se fez, portanto, numa época tardia da história) nasceram na verdade centenas de anos antes da civilização Romana.

Os etruscos, mais genericamente povos itálicos, inventaram signos denumeração e grafia idêntica à dos algarismos Romanos arcaicos. Eles representavam a unidade por um traço vertical, o 5 por um ângulo agudo com vértice voltado para cima, a dezena por uma cruz ou uma espécie de X cortado com um traço vertical:



Eles chegaram a aplicar esses algarismos ao mesmo tempo com principio aditivo simples e subtrativo. Veja os números 19 e 38 que foram anotados, partindoda direita pata a esquerda:


Imaginemos um pastor que costumava a registrar o número de seus animais de acordo com esta técnica simples vinda dos tempos pré-históricos. Gravava sem interrupções em um pedaço de osso ou de madeira tantos entalhes quantas unidades há no numero considerado. Mas como esse processo não era muito pratico, obrigava esse pastor a recontar o conjunto de entalhes de seubastão a cada vez que desejava descobrir o número total de cabeças de seu rebanho.
Como o olho humano não é um instrumento de medida preciso: seu poder de percepção imediata dos números nunca ultrapassa o número 4. Como o homem pode distinguir facilmente num golpe de vista (sem contar) até quatro traços. Essas dificuldades naturais fez recorrer ao procedimento de contagem abstrata para saber...
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