Resumo (Evolução da Ciência Econômica)

Páginas: 20 (4990 palavras) Publicado: 22 de outubro de 2013










RESUMO DO TEXTO “EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA ECONÔMICA”











EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA ECONÔMICA
Para alguns autores, o mercantilismo é o ponto de partida da história do pensamento econômica. O mercantilismo emergiu como a face econômica dos Estados Nacionais nascentes, afirmando que a força das nações e sua riqueza provinha do comércio internacional. Defendiaenfaticamente a necessidade de balança comercial superavitária, a existência de colônia e, em sua forma mais primitiva, a bulionista, o acúmulo de metais preciosos como meio mais seguro de alcançar a fortaleza nacional.
Embora o período mercantilista seja rico no debate intelectual, durante aqueles séculos. Nas obras de Filosofia e Ciência Política mencionavam-se questões econômicas. O mercantilismo,neste sentido, foi mais uma política econômica, ações empreendidas pelos governantes com forte dose de pragmatismo, que um movimento intelectual. Este sé teria lugar na segunda metade do século 18, na frança, com Fisiocracia, tendo como ponte de partida a crítica à política vigente.
1. APARECIMENTO DA ECONOMIA: DO MERCANTILISMO À FISIOCRACIA
Falar-se em Economia Clássica é algo corriqueiro, dofinal do século 18 a meados do século 19, procuraram sistematiza as primeiras leis da Economia Política, como Smith e Ricardo. Surge a dúvida, já aí, sobre se os fisiocratas devem ser considerados “clássicos”, pois, como aqueles elaboraram, com relativo êxito, uma teoria de distribuição; chegaram à noção de excedente econômico; procuraram formular uma teoria do valos e responsabilizaram uma classesocial – os trabalhadores do setor primário – pela criação do valos e da riqueza. Joan Robinson preferiu chamar de clássicos aqueles que “absorveram a concepção de um mecanismo econômico baseado em classes, para fornecer uma análise da dinâmica de nossa sociedade industrial”. Apoiando-se em Keynes, Hicks chamou de clássicos aqueles economistas que aceitavam a lei de Say, negando a possibilidadede existirem crises de superprodução generalizadas e duradoura. Estas duas concepções de “clássicos” não coincidem: a de Hicks inclui os neoclássicos, para os quais não há lugar na definição de Joan Robinson, em que clássico é p=oposto de neoclássico. Para esta autora Marx e Malthus podem ser considerados “clássicos”, o que é impossível para Hicks.
Não há a tentativa de se chagar a um conceitofinal de clássico globalizante. Sempre um sentido do termo é empregado tendo em vista o outro, que é seu oposto. Assim, para Joan Robinson clássico é o oposto de neoclássico; para Keynes e Hicks, o oposto dos teóricos que se ocuparam das crises e da teoria da demanda efetiva.
2. ECONOMIA CLÁSSICA SEGUNDO A ÓTICA DA DISTRIBUIÇÃO: FISOCRACIA, SMITH, RICARDO E MARX
Joan Robinson, ao definir aeconomia clássica, enfocou-a pelo lado da distribuição. É frequente a utilização de “Economia Clássica” para designar um grupo de economistas que, ao buscarem uma teoria de distribuição para o produto nacional, dividiram-no em duas partes: uma apropriada por aqueles que, por seu trabalho, o produziram; outra apropriada por classes, categorias ou grupos sociais não diretamente responsáveis pelaprodução. A ideia subjacente é que aqueles que trabalham conseguem um produto líquido que vai além do que por eles é apropriado, ou seja, produzem um excedente.
Se existe excedente, entretanto, é necessário buscar as causas de sua existência. É preciso saber quem o gera, quando ele é maior ou menos, que parte do produto vai para os que produzem e para os que não produzem como o excedente é repartidoentre os diversos grupos que deles se apropriam. Ademais, se a produção não é apenas para uso, como para subsistência local em um feudo ou numa tribo indígena, mas para mercado, a análise deve ainda tornar-se mais complexa. Por conseguinte, as mercadorias, além de terem diferentes valores de uso, ou seja, qualidade diferentes para satisfazerem a diferentes necessidades humanas, naturais ou...
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