Resenha- a queda do liberalismo

Páginas: 5 (1074 palavras) Publicado: 19 de novembro de 2013
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
RELAÇÕES INTERNACIONAIS
RELAÇÕES ECONÔMICAS INTERNACIONAIS








RESENHA

A queda do liberalismo





Thayane Peixoto Franco
Matrícula: 11111RIT051




UBERLÂNDIA
2013
Capítulo 4 - A queda do liberalismo
Hobsbawm começa o capítulo com um questionamento de valores que leva as massas a movimentar-se como, por exemplo, a criação domovimento trabalhista socialista, que era comprometido com esses valores racionais e humanos.
A democracia liberal cresceu rapidamente em boa parte da Europa, onde já estavam realizando as suas eleições por meio de assembleias representativas e/ou presidentes. Contudo, a ineficácia dessas assembleias foi dissolvendo de forma crescente, sendo que os únicos que não tiveram interferência no períodoentreguerras foram a Grã-Bretanha, a Finlândia, o Estado Irlandês, a Suécia e a Suíça.
Os movimentos no período entreguerras oscilava ás vezes para a direita e outras vezes para a esquerda. Porém o perigo eminente adivinha principalmente da direita, que era uma ameaça não só constitucional como ideológica. O autor cita três tipos de forças que derrubaram o regime liberal-democrático, que são osautoritários ou conservadores anacrônicos, os que produziram o chamado estatismo orgânico e os clerical-fascistas. Ambos os tipos compartilhavam os mesmos inimigos ou a mesma metas.
O universalismo do fascismo só foi possível porque Hitler triunfou e a mobilização das massas era feitas de baixo para cima. De modo que, os movimentos fascistas tinham como princípio uma liderança com base no homem emsi, que cultua ideologia secular e legitimado pelas massas. Com isso ele era energicamente antiliberal.
O que fomentava esses movimentos era o ressentimento de uma sociedade que fora esmagada entre uma grande empresa e movimentos trabalhistas. “Esses sentimentos encontraram sua expressão característica no antissemitismo, que começou a desenvolver movimentos políticos específicos baseados nahostilidade aos judeus no último quartel do século XIX em vários países” (HOBSBAWM, E. Pág. 123).
Os novos movimentos da direita radical não se popularizaram nos principais países centrais do liberalismo ocidental - Grã-Bretanha, França e EUA, pois a hegemonia impedia a proliferação do fascismo.
O segmento ativista era composto, em sua maioria, pelas camadas da classe média e classe média baixa, quesofria bastante com a Grande Depressão, onde na Alemanha chegou a reduzir a moeda local a zero, num duplo golpe de inflação.
A Primeira Guerra Mundial, influenciou uma camada de soldados de linha de frente, nacionalistas, ressentidos com a falta de heroísmo atribuídas a eles , construíram o primeiro esquadrão violento ultranacionalista, e Hitler era um deles.
O fascismo só foi viável, poishouve um colapso dos antigos regimes e as antigas classes dominantes, com seu poderio influência e hegemonia também declinaram. Portanto o fascismo, não vingou onde países nacionalistas tinha m acabado de se tornar independentes.
Os dois Estados de fatos julgados fascistas eram a Itália de Mussolini e a Alemanha de Hitler. “Contudo, em nenhum dos dois Estados fascistas o fascismo ‘ conquistou opoder’, embora na Itália e na Alemanha se explorasse muito a retórica de se ‘tomar as ruas’ e ‘marchar sobre Roma’. Nos dois casos o fascismo chegou ao poder pela conivência com, e na verdade (como na Itália) por iniciativa do velho regime, ou seja, de uma forma ‘constitucional’’. (HOBSBAWM, E. Pág. 130)
Os movimentos fascistas tinham a característica de serem anticapitalistas e antioligárquicos, comisso a priori eles não tinham a crença do livre mercado. E estava ligado aos traumas da Grande Depressão. Seu feito principal foi acabar efetivamente com a própria Grande Depressão. O fascismo foi eficiente em relação às economias industriais. Transformando Hitler num ícone potencial dominante.
Além das fronteiras da Europa o fascismo não teve muitas condições de se estabilizar fora do seu...
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