Resenha sobre o livro justiça

Páginas: 14 (3343 palavras) Publicado: 30 de maio de 2014
UNIÃO EDUCACIONAL DO NORTE – UNINORTE
FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO - FAB
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO - NOTURNO

FELIPE ALBUQUERQUE DA SILVA

JUSTIÇA “O QUE É A COISA CERTA A FAZER “
RESENHA

Rio Branco
2014

FELIPE ALBUQUERQUE DA SILVA

JUSTIÇA “O QUE É A COISA CERTA A FAZER “
RESENHA

Trabalho apresentado para fins de avaliação parcial - B2, na
disciplina Ética, Política eSociedade, no 2º período do curso
de Graduação em Direito da FAB, ministrado pela professora
Thaisa Lumie.

Rio Branco
2014

Resenha do Livro: Justiça “O que é fazer a coisa certa”
de Michael J. Sandel

Felipe Albuquerque

Sumário: 1. Sobre o autor e a obra; 2.Três visões de
justiça; 3. Teorias derivadas das três visões; 4.
Michael Sandel escolhe seu lugar; 5. Reflexões finais;
6.Referencias Bibliográficas.
Resumo: O presente trabalho tem o objetivo de,
ainda que de forma breve, expor algumas das
discussões, assim como apontar linhas filosóficas
contidas na obra- Justiça :”O que é a coisa certa a
fazer” de Michael J. Sandel.

1.Sobre a obra e o autor
Um renomado filósofo político americano da Universidade de Harvard, Michael
J. Sandel é autor de obras celebradascomo, por exemplo: Liberalismo e os limites
da justiça(1982), obra na qual Sandel faz uma crítica da visão de John Rawls sobre
o liberalismo e as noções de igualdade.
Sandel é mais conhecido, porém, por conta do seu famoso curso de “Justice”
na Harvard, do qual participaram mais de 15 mil estudantes e que já fora até
transmitido em rede de TV .Quem não teve o prazer de ser um desses 15 milprivilegiados pode através do livro Justiça ”O que é a coisa certa a fazer” partilhar
das mesmas discussões e experiências. A seguir ,buscaremos pontuar alguns dos
importantes marcos da obra.

2.Três visões de justiça
O autor já no início do livro lançando mão de exemplos hipotéticos, e
principalmente reais, leva-nos a compreensão de que toda valoração feita sobre o
que diz respeito ao que éjustiça, parte de três diferentes formas de enxergar o que
é, ou do que deveria ser levado em consideração quando da determinação do que é
justo moral e correto. Enfim do que seria o âmago da questão da justiça em si. E
bem-estar, liberdade e virtude são ,a saber, as bases de partida para cada uma das
óticas filosóficas sobre a questão que consta já no titulo da obra.
Seja na mais nobrepesquisa acadêmica ,seja no bate-papo informal de bar
diante de um desses programas policiais de qualidade bem duvidosa, fruto de
árduas pesquisas ou reprodução do senso comum, da Antiguidade até os tempos
contemporâneos as teorias elaboradas e difundidas sobre justiça sempre levaram
em conta as bases acima citadas. Ora a principio fica evidente que divergências
ocorrerão ,o problema é que atémesmo aqueles que comungam da mesma base de
partida, podem não se entender .Ou não é verdade, por exemplo, que a ideia do que
é bom ( virtude) muda de sociedade à sociedade, e mesmo de individuo a individuo
?
E mais que isso, Sandel mostra-nos que nem sempre uma discussão aparente
sobre um desses elementos ,trata-se de fato dele e não de um outro. Observemos o
caso dos preços abusivospraticados em estados americanos logo após a passagem
de furações . Os libertários defensores do estado mínimo ,diziam que o mercado
autorregula-se e que portanto o estado não poderia interferir no livre mercado,
baseado nas leis naturais da oferta e da procura. Ora ao mesmo tempo ninguém que
tenha o mínimo de humanidade seria capaz de afirmar que é justo, cobrar uma
pequena fortuna por litros decombustível para alguém que tenta abastecer o seu
carro para poder escapar da fúria de uma catástrofe natural com sua esposa e filhos
pequenos, e assim poderíamos facilmente afirmar que o governo deveria, sim,
intervir e regular os preços nesses casos com vistas a garantir o bem-estar da
sociedade, ainda que em detrimento da liberdade do livre comércio. Para além
disso, poderíamos ainda...
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