Resenha Marlene

Páginas: 7 (1515 palavras) Publicado: 4 de junho de 2015
CARVALHO, JOSÉ Murilo de, 1939. A construção da ordem: a elite política imperial. Teatro de sombras: a política imperial/José Murilo de Carvalho.-4ª ed. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
Cidadania no Brasil: o longo caminho/ José Murilo de Carvalho. – 9ª ed. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
Marlene Evaristo de Paiva*


José Murilo de Carvalho, nascidono dia 8 de setembro de 1939, na década de 1960, formou-se em Sociologia e Política pela Universidade Federal de Minas Gerais, daí em diante, continuou sua formação fora do Brasil. Na década de 1970, foi para os Estados Unidos desenvolver os estudos do Mestrado e do Doutorado em Ciência Política na Universidade de Stanford, na Califórnia. No mesmo lugar, fez seu primeiro Pós-Doutorado, sendo oprimeiro curso especificamente na área de História. Com uma sólida formação científica, José Murilo de Carvalho destacou-se no meio acadêmico nacional e internacional e atuou profissionalmente em várias universidades, como Como pesquisador da História do Brasil, o Historiador busca interpretar a dinâmica conflituosa do imaginário político-social.(http://www.infoescola.com/biografias/jose-murilo-de-carvalho/ site visitado no dia 22/08/2014 às 19h09min.). Neste texto o autor baseia-se na diferenciação e na caracterização da palavra “elite” para definir a quem pertencia o poder no período imperial, embora houvesse semelhanças a “elite” e “elite política” segundo o autor. A elite política se constituía das pessoas que ocupavam posições formais no poder já a outra elite existia pelo fato dopoder formal não coincidir com o poder real e sugeria o exame de decisões concretas para que fosse detectado o poder em ação e as pessoas que realmente o exerciam. E diz ainda que “através da analise de alguns autores houve a tentativa de combinar os dois métodos, ou seja, as duas elites.” E outros levaram mais longe a critica chamando a atenção para o fato de o poder nem sempre se exerce apenas emdecisões tomadas, mas também pelas não decisões. Nesse contexto passaram a existir algumas associações de classe que poderiam ter exercido influencia política, mas com pouca relevância. Uma das instituições que criou-se e merece destaque é a imprensa formada durante o período imperial com a finalidade de divulgar a política realizada pelo rei “ que considerava a imprensa um importante canal demanifestação da opinião pública.” A instituição era na verdade um fórum alternativo para a tribuna, importante principalmente para o partido de oposição muitas vezes sem representação na câmara. Havia também um ponto a ser levantado que é o problema do exercito e da marinha, todavia um dos notáveis aspectos da política imperial foi justamente ter conseguido manter a supremacia do poder civil. Generaise almirantes eram na maioria das vezes indicados para posições políticas como membros de partidos ou como técnicos e não como representantes de suas corporações. Como no caso de Caxias que era chamado para presidir o conselho de Ministros como líder de confiança do partido conservador e não como general do exercito. Não há dúvidas de que a tentativa feita pelos partidos de cooptar líderesmilitares para suas fileiras indicava de alguma maneira que lhes atribuíram importância. Mas esse procedimento se acentuou apenas depois da Guerra do Paraguai e, além disso a possibilidade de cooptação indicava também o reduzido poder da cooperação como tal. Enquanto a elite eclesiástica dentro do contexto da formação política, diz que exercia uma forte influencia apenas em pontos que lhes dizem respeitomais de perto, como a educação e o casamento civil e além disso, a participação dos padres frequentemente se dava em desacordo com as posições hierarquias. O império durou 67 anos, período suficientemente longo para permitir mudanças importantes na composição da elite. Daí a necessidade de subdividi-lo a fim de se poderem detectar essas modificações. O autor adota a seguinte subdivisão em cinco...
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