Resenha Kant e Aristóteles

Páginas: 6 (1487 palavras) Publicado: 29 de outubro de 2014
Immanuel Kant

A felicidade para Kant dentro da sua proposta ela deriva justamente da observância do imperativo categórico (Agir de acordo com o imperativo nós somos brindados com a felicidade, a felicidade está em agir moralmente de acordo com o imperativo). Aqui ela já é pensada como um elemento derivado justamente da ação de acordo com o imperativo. Se toda ação moral passa por umadimensão, razão ou uma dimensão racional nós vamos perceber que a felicidade em Kant também vai passar por uma dimensão racional. A felicidade em alguma medida, ela também está pintada pela própria racionalidade. É estranho, pois acreditamos na felicidade em outra dimensão, que não é aquela pensada e proposta por Kant.
Para Aristóteles a felicidade consiste em prazer, amigos, saúde, riqueza, virtude eetc. Ou seja, no final das contas a felicidade seria uma espécie de harmonia de todos esses elementos.
A felicidade não pode ser definida pela razão, a razão ela não teria um instrumental suficiente para dizer o que é a felicidade. E para isso, nós utilizamos a sabedoria popular: Cada um tem um conceito de felicidade e nós não poderíamos chegar a uma definição que fosse única que valesse paratodos os indivíduos. Se a nossa razão não consegue definir o que é felicidade nós não podemos colocá-la nas nossas ações. Kant não está colocando aqui nesse momento a felicidade como um fim buscado e almejado pelas nossas ações morais. A felicidade é um brinde que nós recebemos a partir do momento que nós agimos de acordo com o imperativo categórico. Ele é apenas uma consequência, ele é apenas umaderivação que vem de modo quase que espontâneo pelo fato de agirmos de acordo com o imperativo categórico. Então, o conceito de felicidade Kantiano ele é derivado da razão e à medida que o imperativo ele é derivado da razão. A FELICIDADE RESULTA DA OBSERVANCIA DO IMPERATIVO CATEGÓRICO, ou seja, se a minha ação está de acordo com o imperativo, se as minhas ações continuadamente estão de acordo com oimperativo, portanto daí brota, deriva, vem à felicidade. A felicidade não é uma coisa que nós buscamos, é apenas uma consequência do nosso ato, para Kant.
EX: Quando estudamos para uma prova, a nota é apenas uma consequência do nosso estudo.
Pelo conceito de Kant ser estranho nós temos um proporção maior, uma tendência para sermos muito mais aristotélicos do que Kantianos desse ponto devista. É possível nós agirmos continuadamente somente agir de acordo com aquela a máxima, será que as nossas ações não são muito mais intencionados a um fim? Por isso, muitos autores dizem que Kant construiu uma moral para anjos, não para homens. Isso que Kant está propondo é uma ficção.
Toda questão da moralidade Kantiana está dentro de uma questão racional, e não propriamente dentro dos instintosdos apetites, das paixões, dos sentimentos, tudo isso são elementos desprezados, deixados para trás.
Quando Kant fala inclinação tomemos como sinônimo paixões, sentimentos, apetites entre outras coisas. Ele não vai falar em sentimentos, paixões ele usa a palavra inclinações.
Quando o autor diz: Há um imperativo que sem por como condição nenhum propósito ao ter por meio de certa condutadetermine essa conduta imediatamente, ou seja, repito o imperativo categórico ele não se vale de meios para alcançar um fim. Isso é uma peculiaridade, uma propriedade, uma característica do imperativo hipotético. No imperativo categórico a ação ela é boa em sim mesmo, e por ela ser boa em si mesma nós não a praticamos, portanto o imperativo categórico não admite qualquer fim, e não admitem qualquer meiopara alcançar um fim, todos esses elementos são constituintes da definição do próprio imperativo hipotético. Esse hiperativo pode denominar-se o da moralidade, então para Kant ele entende como moralidade tudo aquilo que é derivado do imperativo categórico. Aquilo que não está de acordo com o imperativo não é nomeado como moralidade. Lei pragmática são ações pragmáticas, ações que estão de acordo...
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