Religião e Paz

Páginas: 11 (2503 palavras) Publicado: 15 de maio de 2014
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA





Religions et paix
À l'occasion du 40º anniversaire de Pacem in Terris




Docente: Professor Borges de Pinho
Discente: Abílio Raposo



INTRODUÇÃO

O artigo que me foi entregue para resumir é do Cardeal Danneels e que escreve sobre as religiões e a paz na comemoração dos quarenta anos da Enciclica Pacem in Terris.
Este tem trêspontos de reflexão.
No primeiro ponto é apresentado o contexto social em que foi escrita a encíclica e os seus pontos principais. Em que surgem quatro conceitos básicos para a paz: a verdade, a justiça, o amor e a liberdade.
Os Direitos Humanos e o Bem Comum universal devem ser verdadeiros e respeitados por todos, desde políticos, passando pelos religiosos e o povo em geral.
No segundo pontosurge a conexão entre religião e violência. Muitas vezes ao impor a minha fé provoco discórdias e guerras. Ela deve ser oferecida. Os fundamentalismos e monoliticos abrem discórdias desnecessárias. É necessário abandonar todos o tipo de extremismos e não usar Deus como desculpa para as falhas e guerras.
A interpretação da Sagrada escritura também pode provocar conflitos e violência entre oshomens.
Por fim, no ultimo ponto o Cardeal Danneels diz que é possível às religiões defenderem e protejerem a paz, no diálogo entre elas.
Tentemos encontrar nesta reflexão o ponto fundamental para encontrar a paz de Deus no meio em que vivemos.








RESUMO
O artigo que me foi entregue para fazer o resumo é do Cardeal Danneels e tem como tema: Religiões e Paz, por ocasião dos 40 anosda encíclica Pacem in Terris.
O Cardeal Danneels inicia a sua conferência, com um primeiro ponto em que diz que a paz se funda sobre a verdade, a justiça, o amor e a liberdade, situando no tempo e no contexto a encíclica e diz que esta é a primeira que um Papa escreve em que fala do contributo das religiões, e principalmente o cristianismo, para a paz no mundo.
O Papa fala que a paz épossível, mesmo no contexto em que a Europa e o mundo vivia na década de 60. Tempo da Guerra fria, tempo do Muro de Berlim. Um tempo difícil. Mas o homem consegue alcançar a paz, pois ele é filho de Deus e por isso basicamente bom, mas no entanto ferido pelo pecado.
Mas para que a paz seja possível são necessários quatro conceitos básicos e que são a verdade, a justiça o amor e a liberdade. A verdadedá o sentido e a consciência dos direitos e deveres, enquanto a justiça garante a sua prática. O amor leva a que cada um olhe para o outro e o considere como importante e indispensável na sua vida e a liberdade leva-nos a seguir a responsabilidade que cada um tem para com a sociedade.
Nos anos anteriores à publicação da encíclica, o Papa afirma que já se vão denotando alterações positivas nomundo. O colonialismo vai começando a dissipar-se, logo surgem novos Estados. Surge uma forte promoção dos Direitos dos trabalhadores e da mulher. A igualdade entre todos os homens. E são os valores espirituais que vão imergindo na sociedade. A consciência forte dos Direitos Humanos leva a que se tome como principio que ninguém é mais do que os outros. Todos os homens são iguais e que esses direitosnão são privilégio de ninguém.
Outra ideia que imana desta encíclica é a noção de Bem Comum Universal. Já existe o Bem Comum dos Estados. Cada nação defende o Bem comum dos seus habitantes, mas agora surge também a necessidade de se pensar no bem comum de toda a humanidade. O bem comum de todo o homem. Esse bem comum não deve ser aplicado por coação, mas por consentimento de toda a humanidade, quesente a sua necessidade para poder viver em paz. Com esta encíclia surge também a primeira referencia de um Papa em apoiar a ONU e a Carta dos Direitos do humanos que tinha surgido já na década de 40. No entanto o Papa não deixa de salientar que estes direitos não estão a ser implementados em todos os estados e naqueles que estão ser ainda só priviligia os mais ricos. E muitas vezes os...
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