Regime diferenciado de contratação

Páginas: 12 (2865 palavras) Publicado: 27 de agosto de 2014
A construção da noção de justiça na
República de Platão: Livros- I, II, III e IV

Platão: O contexto histórico e o problema
central da República
O contexto histórico e filosófico
Atenas: Democracia
Os poetas – Homero e Hesíodo
Os sofistas e Sócrates
A República
Composta de dez livros
Livros

em que se principia a discussão acerca da justiça :

I, II, III, IV
O que é a justiça?
Oponto arquimediano do Diálogo

O diálogo que se move: a busca através da dialética

Livro VII - A condição humana em relação à instrução e à ignorância

Livro I
Céfalo: a definição de justiça como sabedoria de
vida - o justo e o não é justo na cultura da cidadeestado
Céfalo – os frutos colhidos na velhice resultam das escolhas
feitas na juventude
Aqueles que orientam sua vida porprincípios que a tornam
reta podem na velhice desfrutar:
- de uma consciência tranqüila;
- dos prazeres do diálogo;
- do convívio dos amigos;
- nada devem aos deuses aos homens;
encontra-se em repouso e libertos das paixões (libertei-me do
amor com o prazer de quem se liberta de um senhor colérico e
truculento).
- Em nada adianta a riqueza se não se é judicioso.

Aqueles que não orientamsua vida por
princípios que a tornam reta, na velhice:
- vivem a culpar os outros pelos seus sofrimentos;
Não compreende que:
- não é a velhice a causa de sofrimento e sim o caráter das
pessoas;
- o homem que tem um bom caráter suporta a velhice e aquele
que não tem não suporta tanto a juventude quanto a velhice.

Quando aproxima-se da morte o temor impera e o receio
do Hades abala suaalma.

Céfalo nos apresenta a primeira definição de justiça:
Ser justo é jamais enganar, mentir ou ser devedor dos homens
e dos deuses. Justiça é proferir a verdade e restituir o que
se tomou de alguém

Sócrates a refuta:
Em alguns casos é recomendável ser justo noutros não
Polemarco filho de Céfalo e a sua definição de justiça:
Justo é fazer bem aos amigos e mal aos inimigos
Sócrates arefuta:
- o justo se parece com o ladrão;
- é difícil reconhecer quem é amigo e quem não o é: quem é
amigo aquele que parece ou aquele que é?
- fazer mal ao inimigo é torná-lo injusto, é produzir injustiça, haja
vista que a justiça é a virtude da alma:
- os homens honestos são bons e justos e não têm a capacidade
de cometer injustiças.
Conclui Sócrates: Ser justo é não fazer mal a ninguémem
nenhuma ocasião

O diálogo muda bruscamente: Trasímaco designa Sócrates de
tagarela e diz que ele limita-se a indagar e abstém-se de ensinar

Trasímaco vocifera sua definição: A justiça é simplesmente o interesse do mais forte
Sócrates propõe investigar o sentido prático desta definição para refutá-la
A primeira tentativa: a falibilidade
Exemplos: os governantes fazem as leis e sãoos mais fortes :sejam eles tirânicos,
aristocráticos ou democráticos
Aquele que é forte faz a lei que lhe convém e que o mais fraco deve cumprir. Com
efeito,
- justo é cumprir a lei?
- justiça se confunde com legalidade?
Ora, o governante pode falhar e ditar leis contrárias aos seus interesses. Em
vista disso, quando é vantajoso é justo e desvantajoso injusto
Logo, a justiça é tantovantagem como desvantagem do mais forte
Trasímaco diante da contradição afirma: Aquele que se engana o faz quando a
ciência o abandona.
Logo, o governante não se define pelos seus erros, pois enquanto tal é infalível

A segunda tentativa de Sócrates para refutar Trasímaco:
o exemplo das artes
O verdadeiro piloto é o chefe dos marinheiros ou o marinheiro?
- chefe dos marinheiros!
Ora , a artenão objetiva procurar e proporcionar a cada um o que é
vantajoso para ele?
Portanto, a medicina não objetiva a sua própria vantagem, mas a
vantagem do corpo
Do mesmo modo, nenhuma ciência prescreve a vantagem do mais forte
mas a do mais fraco
Logo, o governante, na medida em que governante, objetiva a vantagem
do indivíduo que governa e para quem exerce a sua arte
“Os homens de bem não...
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