Reflexão sobre o livro nunca lhe prometi um jardim de rosas, de hannah green

Páginas: 2 (443 palavras) Publicado: 12 de novembro de 2012
No livro Nunca lhe prometi um jardim de Rosas, entramos em contato com os sintomas de Deborah, uma garota esquizofrência de 16 anos, que é internada num hospital psiquiátrico. Presenciamos suasalucinações auditivas e visuais em seus passeios pelo mundo de Yr, bem como os neologismos ao criar um vocabulário próprio para o seu mundo imaginário. Podemos ver nos personagens criados pelo inconscientede Débora, características de sua personalidade, como o Coletor, um Superego personificado, que atua como censor para ela, o Deus cadente Anterrabae que justifica seus atos sempre afirmando que elanão é como os outros, e a Deusa Idat, que representa a feminilidade e a sexualidade reprimida da adolescente.
Deborah precisa dos personagens e do mundo de Yr para conseguir suportar as frustrações desua vida. No processo terapêutico com a Dra. Fried, o elo construído entre elas possibilita uma modificação na percepção de Déborah. Com o tempo passa a ter consciência de que o mundo de Yr não éreal, desfaz fantasias que até então acreditou serem verdadeiras, e passa a perceber quando um surto está prestes a eclodir, solicitando ajuda dos enfermeiros para proteger a si e aos outros.
Notamos aforça do elo entre paciente e terapeuta quando Dra Fried sai de férias, e Deborah começa a se queimar com bitucas de cigarros. É como se ela precisasse provocar uma dor externa para conseguir entrar emcontato com sua dor interior. Percebemos essa dificuldade de entrar em contato consigo mesma também na sua relação com a colega Carla. Apesar do aparente vínculo, no momento em que precisam seseparar, Déborah cria um mecanismo de defesa para evitar o sofrimento, como se Carla nunca houvesse passado por sua vida, diminuindo a importância da amiga ela minimiza o sofrimento da separação. Não sentirpassa a ser necessário para a sua sobrevivência, por isso se refugia em Yr, pois a dor é forte demais para que ela possa suportar conscientemente.
Apesar de todo o trabalho terapêutico, e da...
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