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Páginas: 23 (5739 palavras) Publicado: 18 de setembro de 2014
 UNIVERSIDADE PAULISTA





AMANDA HELENA DOS SANTOS





“O CASO DOS EXPLORADORES DE CAVERNAS”











SÃO PAULO
15 MAIO 2014
UNIVERSIDADE PAULISTA


AMANDA HELENA DOS SANTOS



“O CASO DOS EXPLORADORES DE CAVERNA”
Lon L. FullerTrabalho apresentado como requisito parcial à
Disciplina de Estatística, Curso de Instituição Judiciaria e Ética da UNIP, aoscuidados do Prof. Luiz Guilherme Wagner






SÃO PAULO
15 MAIO 2014



ÍNDICE



INTRODUÇÃO


CAPITULO I RESUMO DO LIVRO O CASO DOS EXPLORADORES DECAVERNAS
CAPITULO II JULGAMENTO DO RECURSO DE APELAÇÃO NO TRIBUNAL DE SEGUNDA INSTÂNCIA
CAPITULO III DECISÃO
CONCLUSÃO
BILIOGRAFIA











Resumo - O Caso dos Exploradores das Cavernas – Lon L. Fuller



RESUMO DA HISTÓRIA DE "O CASO DOS EXPLORADORES DE CAVERNAS".

A pequena obra O Caso dos Exploradores de Cavernas, de autoria do jurista Lon L. Fuller, professor de"Jurisprudence" da Harvard Law School, que fora traduzida para o português, por Paulo Faraco de Azevedo, professor adjunto e pesquisador da Faculdade de Direito da UFRGS e doutor em Direito pela Universidade Católica de Louvain, Bélgica, impresso em 1976 e reimpresso em 1993, é uma ficção aparentemente infantil, cuja leitura me faz lembrar de O Pequeno Príncipe, também de tamanho diminuto, deautoria do escritor francês Antoine Saint-Exupery, mas que, na realidade, é de conteúdo profundo, razão pela qual deve ser lida freqüentemente e sobre ela ser feita uma reflexão para efeito da sua efetiva e ampla compreensão.
Em síntese, essa minúscula obra, O Caso dos Exploradores de Cavernas, trata da história de quatro acusados que pertenciam a uma denominada "Sociedade Espeliológica", de naturezaamadorística, que tinha como objetivo a exploração de cavernas.
Certo dia, os quatro, em companhia de outro associado, cujo nome era Roger Whetmore, penetraram numa caverna, em cuja entrada, a seguir, houve grande desmoronamento, que lhes bloqueou a única saída.
Como demorassem a voltar para suas casas, seus familiares comunicaram-se com o secretário da aludida entidade que, de imediato,mobilizou uma equipe de socorro e se dirigiu para o local, a fim de remover o obstáculo e, por via de conseqüência, libertá-los. 
Como a tarefa revelou-se extremamente difícil, tornou-se necessário suplementar as forças de resgate, com homens, máquinas e recursos financeiros. Mesmo assim, só se conseguiu libertar os sobreviventes no trigésimo segundo dia após a entrada dos mesmos naquele local.
Osditos exploradores levaram consigo um rádio transistorizado capaz de transmitir e receber mensagens e escassa provisão, que logo foi consumida. Ademais, inexistiam, na caverna, substâncias animal ou vegetal que lhes permitissem subsistir.
Como a equipe de socorro também se utilizava de transmissor semelhante, estabeleceu-se entre os internos e os externos a comunicação, isto a partir do vigésimo diada ocorrência do citado desabamento.
De pronto, os encavernados solicitaram ao chefe da equipe de resgate informação sobre o tempo necessário para a sua libertação, cuja resposta fora a de que seriam indispensáveis pelo menos 10 dias, se não ocorressem novos deslizamentos. 
Ao médico, integrante da equipe de resgate, depois de lhe relatarem as condições físicas e psicológicas em que se...
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