Qual a diferença entre política social e política econômica? Dê exemplos para ilustrar.

Páginas: 7 (1632 palavras) Publicado: 1 de abril de 2014

Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul
Campus Virtual



Disciplina: Política e Planejamento Econômico
Curso: Gestão Pública
Professor: . Leandro Luis Daros
Nome do aluno: Joice Barbosa Rodrigues
Data: 01/04/2014
Orientações:
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Questão 1 Você percebeu que ao longo do século XX o Brasil realizou diferentes iniciativas de planejamento econômico. Algumas com relativo sucesso e outras que foram grandes fracassos. Exponha quais as principais razões para a falta de sucesso e contextualize para a atualidade: Responda, entre 10 a 20linhas, se os planejadores de hoje enfrentam os mesmos problemas de antigamente? (5,0 pontos).
Resposta: Entre os anos 40 e 70 do século passado, nosso país, teve uma experiência em matéria de planejamento governamental, iniciada com as ações do pós-Segunda Guerra, por meio, do Plano Salte (saúde, alimentação, transportes e energia), e, mais adiante, do Plano de Metas de Juscelino Kubitschek, atéos mais recentes planos plurianuais, determinados constitucionalmente, o Estado brasileiro empreendeu, ao longo destas últimas cinco ou seis décadas, diversas tentativas de planejamento do futuro e de organização do processo de desenvolvimento econômico.
Estruturadas mais freqüentemente em torno de grandes objetivos econômicos e, em alguns casos, formuladas para atender necessidades deestabilização econômica ou de desenvolvimento regional (como a Sudene), essas experiências de planejamento governamental( as mais conhecidas e ambiciosas foram, no auge do regime militar regim os dois planos nacionais de desenvolvimento – conseguiram atingir algumas das
os dois planos nacionais de desenvolvimento), conseguiram atingir algumas das metas propostas, mas tiveram pouco impacto na situação socialda nação. O país tornou-se maduro do ponto de vista industrial e avançou no plano tecnológico ao longo desses planos, mas, não obstante progressos setoriais, a sociedade permaneceu inaceitavelmente desigual, ou continuou a padecer de diversas iniqüidades, em especial
nos terrenos da educação, da saúde e das demais condições de vida para os setores mais
desfavorecidos da população.
Como indicouum dos principais formuladores e atores da experiência brasileira nessa área, Roberto Campos, o conceito de planejamento sempre padeceu de uma grande imprecisão terminológica, tendo sido utilizado tanto para o microplanejamento setorial como para o planejamento macroeconômico mais integrado, ele propunha distinguir “entre simples declarações de política, programas de desenvolvimento e planos dedesenvolvimento. Um programa de desenvolvimento compreenderia, além da definição de metas, a atribuição de prioridades setoriais e regionais e a formulação de incentivos e desincentivos relacionados com essas prioridades. Um plano de desenvolvimento avançaria ainda mais pela especificação de um cronograma de implementação, pela designação do agente econômico (público ou privado) e pela alocação derecursos financeiros e materiais. A palavra ‘projeto’ seria reservada para o detalhamento operacional de planos ou programas.” Embora hoje plenamente integrada ao processo de ação governamental, sobretudo a partir da criação, em 1964, do Ministério de Planejamento e Coordenação Geral – que unificou encargos e atribuições que estavam dispersos em núcleos de assessoria governamental, comissões,conselhos e coordenações –, a idéia de planejamento emerge de modo global e integrado a partir dessa época, mas já tinha experimentado, antes, alguns esforços políticos de âmbito variado e de alcance desigual.

José Truda Palazzo, traçou uma cronologia desse itinerário até o regime militar, dividindo o período pós-1930 em quatro segmentos: o primeiro, iria de 1934 a 1945, abrangendo o Estado Novo...
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