psicologia

Páginas: 9 (2201 palavras) Publicado: 28 de maio de 2014



Universidade Anhanguera\ Polo Roseira
Serviço Social –1º semestre
Psicologia Social

Ana Paula Leandro – RA 424665
Andréia Catarina Gualberto dos Santos – RA 428069
Eliana Silva Honorato – RA 424776
Marielen da Graça Paiva – RA 424960


Titulo: Invisibilidade Social
Profª : Silvia H dos Santos
Roseira, 26 de abril de 2014


Índice
IntroduçãoPag 03
1. Nossa Sociedade, exclusão ou inclusão? Pag.04
1.1 Humilhação social Pag.04
2. Simplesmente uma falta de conhecimento e direitos Pag 06
3. A Desigualdade e a Invisibilidade SocialPag 08
4. A invisibilidadedos Garis Pag.09
5. Conclusão Pag12
Referencias bibliográficas Pag 13























Introdução



Este relatório consiste na construção de uma fundamentação teórico-prática referente aos conceitosde humilhação social e invisibilidade pública e na identificação desses fenômenos na vida cotidiana.

1. Nossa Sociedade, exclusão ou inclusão?

1.1 Humilhação Social
Uma herança compartilhada de geração em geração, agindo de maneira silenciosa e muitas vezes difícil de compreender. Muitas crianças tem na fase em que iniciam os estudos um vislumbre dessarealidade que atua de maneira sutil noambiente em que a criança tem os primeiros contatos com os grupos sociais.
Talvez a causa esteja em casa, na maneira em que ela foi criada.
Porque existe diferença no tratamento entre certas famílias?
São questionamentos que podem ocorrer durante muito tempo. Conforme o conhecimento vai sendo adquirido e aprofundado neste assunto chamado nossa sociedade, entendemos que este problema dediferenças tem sua raiz na política, má distribuição de renda, desigualdade social.
Somos todos iguais perante a Constituição brasileira, mas somos diferentes, faltam oportunidades para todos, onde muitos vivem de maneira privilegiada tendo acesso a tudo que diz respeito a uma vida saudável de qualidade e outros sofrem com as pressões externas da situação econômica que se instala e condiciona a famíliaviver de maneira indigna, também pressão interna que as angustiam ao se depararem com um sistema que todos os dias grita de maneira cruel, a separação que deve existir. Aos poucos se lançam novos conceitos, novas políticas que parecem minar as forças das classes desfavorecidas.Será que teríamos que simplesmente lutar para mudar de classe, assim seremos aceitos ou sujeitar aos fatores determinantes econdicionantes que suprimem a vida.
Quem sabe se buscarmos dentro de nós mesmos e aceitarmos ajuda daqueles que sofrem as mesmas dores, encontraríamos recursos necessários para construirmos uma nova realidade.
Nossa história são fontes inesgotáveis de ajuda, as crises que acontecem podem nos auxiliar e podemos refletir onde nós erramos e buscar novas formas de agir e posicionar diante dasdificuldades. As crises nos forçam a mudanças, rompendo assim com nossa acomodação a pensamentos que nos são determinados, nos fazendo questionar se as coisas deveriam acontecer como tem acontecido, será que realmente não há nada que possamos fazer?
Se for ocontrário podemos nos levantar e avançar em nossa caminhada. Podemos escrever uma nova história se tão somente confiarmos em nossas convicções econscientizarmos que somos sujeitos de direito e que sozinhos ficamos no isolamento do nosso ser das nossas dores e marcas, mas juntos somamos e multiplicamos nossas forças e chegaremos a nossos objetivos. Se nos posicionarmos junto com a multidão que caminha murmurando e dizendo como as coisas deveriam ser não veremos mudanças, mas se observarmos os sinais e tivermos um olhar voltado para as...
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