Psicologia jurídica

Páginas: 7 (1506 palavras) Publicado: 28 de novembro de 2012
1.
Psicologia Cognitiva: de acordo com esse ramo da Psicologia, o psicólogo tenta entender a visão de mundo que o ser humano tem, para só assim poder estudá-lo e tratá-lo de acordo com a sua concepção cognitiva. É como se o psicólogo entrasse no mundo se seu paciente para analisá-lo. Assim, a Psicologia Cognitiva se vincula com a sensação, com a percepção, com a formação de imagens, com amemorização, com a solução de problemas, com o pensamento e com todas as outras atividades mentais.
Psicologia Social Cognitiva: resultou de uma harmonização entre a Psicologia Cognitiva e a Psicologia Social . A cognição social poderia ser definida como o processo de formação da arquitetura da realidade social, que é elaborado pelo sujeito em sua interpretação do meio ambiente.
Na Psicologia Aplicadaé de suma importância que o psicólogo faça um estudo sociocognitivo, pois é através desse estudo que ele vai ter condições de tratar seu paciente. Sendo assim, a Psicologia Aplicada procurará, na maior parte dos casos, aplicar os conhecimentos psicológicos anteriormente produzidos em laboratório, de formar a mudar o comportamento humano e solucionar problemas específicos do mundo real.

2.
APsicologia dos Juízes encontra-se dividida em dois segmentos: Sistema Inquisitorial e Sistema de Confrontação.
No Sistema Inquisitorial, também chamado de modelo dos Juízes, não existe a presença de jurado e não é necessária a vista oral ou confrontação entre pessoas jurídicas. Já o Sistema de confrontação é conhecido como Sistema de contrários, existindo geralmente a presença de jurado. Asversões dos fatos são apresentadas através do advogado de defesa e do promotor de justiça.
Os juízes e os jurados são os protagonistas judiciais na sala de justiça. As decisões judiciais são realizadas de acordo com inúmeras decisões complementares tomadas, ou seja, são tomadas decisões prévias antes da decisão final.
Com a aparição de tribunais de jurados, o poder judicial ficou mais democratizado,diminuindo o poder do Juiz que é o conhecedor das leis e que age pela ciência. Com os jurados, que são leigos, acontece totalmente inverso, pois agem por emoções, tendo em vista que não possuem conhecimento cientifico.
As sentenças judiciais podem ser divididas em três dimensões distintas: social, individual e dimensão institucional.
Os acusados são analisados e caracterizados através devariáveis que provocam associação relativa com a gravidade da sentença, como o sexo, a raça, a idade, a educação, o estado civil, as oportunidades de emprego, as relações sociais, o poder econômico, a maturidade ou a motivação para o cometimento do delito, dentre outros.
Os antecedentes sociais e políticos e as expectativas de papéis, influenciam as decisões dos juízes.
Quanto à Psicologia dos Jurados,é importante destacar que através de estudos, os psicólogos estão tentando descobrir quais seriam os processos psicológicos e os mecanismos envolvidos na tomada de decisão dos jurados.
No modelo brasileiro, nas decisões dos jurados, não é permitida a deliberação em grupo, ou seja, os jurados votam secretamente sem se comunicarem entre si e discutirem questões pertinentes ao julgamento.
Quandocomparecem a um Tribunal, os jurados trazem consigo vários “conhecimentos de mundo”, como tendências de julgamento e estereótipos, que são reflexos das relações sociais.
Os jurados geralmente fazem distorções que podem afetar e influenciar o veredito, pois absorvem informações recebidas em juízo e também cognições sobre o acusado e questões legais, por exemplo, a personalidade do acusado.

3.Podemos entender como Psicopatologia o estudo organizado do comportamento, da cognição, de experiências anormais, bem como o estudo da mente. A Psicopatologia divide-se em explicativa e descritiva.
A psicopatologia explicativa procura explicações conforme conceitos teóricos, podendo ser a partir de uma teoria psicodinâmica, comportamental e etc. A descritiva seria a descrição e categorização...
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