psicologa

2731 palavras 11 páginas
Este artigo visa refletir os estudos realizados sobre o amor romântico, com base na obra de Jurandir Freire Costa, intitulada, Sem fraude nem favor: estudos sobre o amor romântico. Para melhor entendermos tal amor é importante ressaltar que o Romantismo é um movimento filosófico e também político, que produziu um sentimento de estar apaixonado, o amor romântico. O romantismo amoroso é uma invenção cultural européia burguês, contemporâneo do individualismo e por isso busca interpretar às aspirações do sujeito à felicidade e ao prazer. Segundo Germano (2007) o Romantismo iniciou o movimento subjetivo que podemos chamar de individualismo, que favoreceu o desenvolvimento das práticas de intervenção psicoterápicas. Como Costa (1998) o faz em sua obra, enfatizamos também que não pretendemos oferecer soluções para os dilemas do amor, e sim sugerir novos modos de pensar tal questão. Iniciaremos nossas reflexões a cerca do Amor platônico, o qual idealiza o Amor como algo essencialmente puro e desprovido de paixões, ao passo em que estas são essencialmente cegas, materiais, efêmeras e falsas. O Amor, no ideal platônico, não se fundamenta num interesse (mesmo o sexual), mas na virtude. Em O Banquete, de Platão, o personagem Aristófanes nos conta que nossa antiga natureza não era tal como a conhecemos hoje e sim diversa. Os seres humanos encontravam-se divididos em três gêneros e não apenas dois - macho e fêmea - como agora. Havia um terceiro gênero que possuía ambas características e que era dotado de uma terrível força e resistência e, além disso, de uma imensa ambição; tanto que começaram a conspirar contra os deuses. Zeus e as demais divindades viram-se então tendo que tomar providências para sanar tal insubordinação; tinham a alternativa de extinguir a espécie com um raio, como haviam feito com os gigantes, porém perderiam também as homenagens e os sacrifícios que lhes advinham dos humanos. Pôr outro lado permitir tal insolência pôr mais tempo era impensável.

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