producao editorial

Páginas: 11 (2633 palavras) Publicado: 26 de agosto de 2014
1. Nome do projeto/Título

Revista IN

2. Linha editorial/Princípios/Conceitos

A revista “In” estabelece como premissa da sua linha editorial a busca pela moda acessível a qualquer mulher que, mesmo não entendendo de moda, possa buscar nas páginas da revista inspiração para montar visuais usáveis e de preços honestos.
A moda conceitual, bem como o uso degrifes com preços inacessíveis ao consumidor geral não fazem parte da realidade do nosso público-alvo, portanto não fazem parte da In. Somos uma revista da qual mulheres comuns, que trabalham e tem famílias, podem recorrer para se manterem atualizadas das tendências.

3 e 4. Políticas públicas e Público alvo

O público leitor da Revista “In” é formado, principalmente, por mulheres das classes Be C, acima de 25 anos. São mulheres que gostam de se informar sobre os mais variados assuntos, como moda, beleza, saúde, cultura, família, gastronomia e comportamento. São modernas e tradicionais ao mesmo tempo. Querem estar por dentro das tendências e ao mesmo tempo adaptá-las à sua realidade financeira. São um grupo de mulheres que já consomem revistas, mas descobriram recentemente os prazeresda vida moderna.

Público prioritário
A grande concentração do público da “In” se encontra em Curitiba, que está entre as maiores cidades do país e vivencia uma ascensão da classe média.Esse crescimento reflete um movimento que já vem acontecendo nos últimos anos no restante do país, de diminuição das classes menos abastadas da população
Segundo dados do “Diagnóstico da Evolução dosIndicadores Sociais em Curitiba”, publicado pela FAS em 2011, as classes médias da cidade têm tomado novas proporções ao longo dos anos. Os valores são calculados a partir do conceito de renda domiciliar per capita.

A publicação ressalta os principais motivos para as mudanças retratadas:
Classe A: de acordo com a última PNAD, a proporção de pessoas residentes na área curitibana que estão na classe Acresce 2,21% em 2010 (0,18% no Brasil como um todo)
Classe B: a proporção de pessoas na classe B (renda familiar entre 6941 e 9050 reais) cresce 10,7% apenas no último ano (3,5% no Brasil como um todo), ou seja, 24 mil pessoas passaram a esta classe em Curitiba em 2010. Se analisarmos desde 2003, o contingente de pessoas que passam à classe B é de 87,5 mil.
Classe C: A mesma que atingia 53,89% dapopulação curitibana em 2003, passa a 58,2% em 2009, ou 1,07 milhões de pessoas que tem renda de 1610 até 6900 reais mensais, a classe dominante no sentido populacional. Este crescimento acumulado de 8,04% desde 2003, traduzido em termos de população, equivale a dizer que 182 mil curitibanos que não eram, passam a ser classe C em 6 anos.
Classe D: A proporção de pessoas na classe D é 9,6% em2009 atingindo 177 mil curitibanos com renda desde 1008 reais mensais até o limite da classe C. Se considerarmos todo o período de análise desde 2003, houve queda de 46,9%, 122 mil pessoas em seis anos.
Classe E: A proporção de indivíduos que estão na classe E coincide em nossa classificação com a medida de pobreza já analisada inicialmente cai 7,14% em 2010 (mais cinquenta por cento mais que amédia nacional de 4,32%), o que corresponde à saída de 4,8 mil pessoas do grupo de renda familiar mais baixa até 1008 reais mensais (equivalente à pobreza na nossa metodologia).

A partir da definição econômica, podemos definir a classificação etária da Revista “In”. Segundo dados do IBGE, temos como principal contingente populacional de Curitiba Mulheres dos 20 aos 44 anos.

Dado que grande partedas mulheres curitibanas estão no grupo etário alvo da publicação e há um crescente aumento da proporção das classes B e C na capital, a Revista “In” tem como objetivo informar de forma valorativa o público a que se destina, estimulando uma nova consciência sobre seu poder de compra. O preço da publicação também está adequado ao poder aquisitivo do seu público.

Público adjacente
Segundo...
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