Prática em educação epecial

Páginas: 8 (1990 palavras) Publicado: 1 de dezembro de 2014
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI








INGRID CECÍLIA DA SILVA
SARAH CECÍLIO FONSECA







PRÁTICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL



                



      Acessibilidade
Fevereiro/ 2014














São João del rei
2014


INTRODUÇÃO

        O presente trabalho apresenta como objetivo principal justificar a inclusão de pessoas comdeficiência dentro de uma rede nacional de escolas.
        A política de inclusão é de extrema importância em todo e qualquer lugar, mas acreditamos que em uma escola é ainda mais importante devido ao grande papel desta na formação pessoal. Ao internalizar a inclusão, o indivíduo se forma livre de resistências e preconceitos, o que acarretará numa sociedade mais aberta e acessível.
        A escola, alémde um lugar de socialização é um lugar responsável por transmissão de valores. Principalmente nos primeiros anos, de alfabetização, que é construído a base da personalidade do sujeito. Segundo o IBGE (2010), 23,9% da população brasileira são de pessoas com deficiência. Isso quer dizer que a cada quatro pessoas no mundo, uma tem deficiência, e portanto, conviver com elas deve ser a nossa realidade.Acreditamos que através do contato com pessoas com deficiência desde o início da formação do cidadão, podemos ter uma sociedade mais receptiva e preparada física e psicologicamente.



REFERENCIAL TEÓRICO

        A questão da aceitação e inclusão de pessoas com deficiência no Brasil ainda é um assunto muito delicado por falta de conhecimento e de instrução da sociedade sobre o assunto. Poreste motivo ainda há muito preconceito em relação às capacidades destas de desenvolverem papéis sociais, dificultando a inserção em qualquer ambiente, seja escola, universidade, mercado de trabalho, lazer, etc.
Frente à situações constrangedoras por sentimento de superioridade ou piedade de outras pessoas em relação à PcD, estas agem de forma defensiva, tentando evitar maior sofrimento (Silva,2006). A deficiência é apenas uma dimensão da diversidade, onde o indivíduo estende no corpo o seu caráter particular (Silva, 2006). Assim como todas as pessoas, as PcD carregam limitações consigo, a principal diferença é que estas são visíveis, mas isso não é sinônimo de incapacidade.
E graças a tais diferenças, o homem pode intervir no meio adaptando-o as suas mudanças, adequando-o às diversasvariabilidades, construindo assim o meio sócio-cultural. Segundo Omote (2006), “ainda que (ou justamente porque) a presença de inúmeras patologias incapacitantes faça parte da vida normal de uma coletividade, todos os esforços devem ser enviados para reduzir a sua ocorrência, ou na sua impossibilidade, minimizar os seus efeitos deletérios”. Desta forma, ao construir uma política de inclusãoeducacional, além da preocupação com aqueles que tem potencial adaptativo, deve haver também uma preocupação com aqueles que apresentam limitação, impedimento ou degenerescência em diversos graus. Não basta todos terem direitos iguais, é necessário que haja justiça:
“Ao defender a igualdade de direitos e a cidadania plena dessas pessoas não se pretende evidentemente que lhes sejam oferecidas as mesmasoportunidades de acesso à escolarização formal ou de acesso ao mercado de trabalho. Propõe-se,sim,que seja assegurado o acesso a serviços de qualidade, capazes de atender às necessidades especiais delas para construir com dignidade e melhor qualidade a sua própria vida.” (Omote, 2006, p. 256)


Um grande problema a ser enfrentado com a proposta da educação inclusiva é o uso de procedimentosmassificados e padronizados que não leva-se em conta a diversidade de uma classe:
(...) quando o psicólogo ingressa no sistema escolar, ele se esquece da possibilidade de modificar as condições para as crianças que tem problemas. Quando uma criança é abertamente agressiva ou esquiva ou não aprende a ler, supõe-se que a causa esteja mais na criança do que nas condições a ela oferecidas. Mesmo...
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