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Páginas: 23 (5730 palavras) Publicado: 9 de abril de 2014
Alexis de Tocqueville
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Alexis de Tocqueville
Visconde de Tocqueville

Alexis de Tocqueville, por Chassériau (1850).
Nome completo
Alexis-Charles-Henri Clérel de Tocqueville
Nascimento
29 de Julho de 1805
Paris, França
Morte
16 de Abril de 1859 (53 anos)
Cannes, França
Nacionalidade
Francesa
OcupaçãoHistoriador, autor, sociólogo, jurista
Influências

Influências[Expandir]
Montesquieu
Rousseau
Malesherbes
Blaise Pascal
Influenciados

Influenciados[Expandir]
Max Weber
John Stuart Mill
Friedrich Hayek
Emmanuel Todd
Raymond Aron
Pierre Manent
Movimento literário
Liberalismo
Magnum opus
Da Democracia na América
O Antigo Regime e a Revolução
Escola/tradição
História
Principaisinteresses
Filosofia política
Ideias notáveis
Associação, Estado social
Religião
Católico
Alexis-Charles-Henri Clérel1 , visconde de Tocqueville, dito Alexis de Tocqueville (pronúncia em francês: [alɛkˈsi dətɔkˈvil]) (29 de Julho de 1805 - 16 de Abril de 1859) foi um pensador político, historiador e escritor francês. Tornou-se célebre por suas análises da Revolução Francesa, cuja pertinência foidestacada por François Furet, da democracia americana e da evolução das democracias ocidentais em geral. Raymond Aron pôs em evidência sua contribuição à sociologia.

Gravura de Tocqueville presente em Da Democracia na América, edição de 1899.
Alexis de Tocqueville pertenceu a uma grande família aristocrática normanda. Era bisneto de Chrétien Guillaume de Malesherbes e tinha ligações familiarescom o visconde de Chateaubriand. Seus ancestrais participaram da batalha de Hastings em 1066, que concretizou a conquista de Guilherme, Duque da Normandia e o fim da dinastia de reis anglo-saxões na Inglaterra. Seus pais, Hervé Louis François Jean Bonaventure Clérel, conde de Tocqueville, soldado da guarda constitucional do rei Luís XVI e Louise Madeleine Le Peletier de Rosanbo, escaparam daguilhotina graças à queda de Robespierre no Ano II (1794). Destino diferente teve seu avô, o Marquês de Rosanbo, que foi executado.
As Memórias de Hervé de Tocqueville nos oferecem um quadro dos seus sentimentos sobre a revolução:
Em 20 de outubro [de 1794], fomos todos postos em liberdade: havia dez meses, dia após dia, que estávamos presos. [.] Como o céu nos parecia sereno! como o ar nos pareciapuro! como o horizonte era vasto! Mas também como era doloroso o pensamento que se instalava em meio à nossa felicidade e vinha obscurecê-la! Éramos nove quando entramos naquela casa da dor e saímos apenas quatro. Nossos pais, nossos amigos, haviam desaparecido e os cacos de duas famílias só tinham por chefe um jovem homem de vinte e dois anos que conhecia pouco o mundo e tinha apenas a experiênciada infelicidade.2
Após exílio na Inglaterra, Hervé e Louise retornaram à França durante o Primeiro Império (1804-1815), quando Hervé se tornou pair de France3 e préfet sob a Restauração.
Embora consagrado pela posteridade como homem de letras, sociólogo da democracia moderna e historiador do Antigo Regime, Alexis de Tocqueville sempre ambicionou ser um homem da política.4 Após estudar direito emParis, em 1827 ingressou na magistratura em busca de uma carreira provisória enquanto não se cumpria a exigência de idade mínima de quarenta anos para a candidatura à câmara dos deputados. A Constituição de 1830 reduziu essa exigência para trinta anos, o que permitiu que Tocqueville lançasse, em 1836, sua primeira candidatura, na qual foi derrotado. Em 1839, conseguiria a primeira de uma série devitórias que o manteriam na câmara até o golpe de estado de 1851. Entre junho e outubro de 1849, assumiu a pasta dos negócios exteriores do ministério Odilon Barrot sob o governo de Luís Bonaparte na Segunda República.5
Em 1850, foi obrigado a licenciar-se da assembleia em função de uma crise de tuberculose pulmonar que o levaria lentamente até a morte nove anos mais tarde.5 Participou...
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