Politica para não ser idiota

Páginas: 9 (2193 palavras) Publicado: 9 de novembro de 2012
Resumo analítico
Política para não ser idiota
CORTELLA, Mario Sergio; RIBEIRO, Renato Janine. Política para não ser idiota. Campinas/SP: Papirus 7 Mares, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Ed. Atlas, 2008.

O individuo e a sociedade:
Politica não é coisa de idiota.

O termo idiota nos dias de hoje teve seu sentidoalterado. Os autores discutem a forma como as pessoas encaram a politica nos dias atuais. Idiotes, do grego  aquele que vive a vida privada, que recusa a politica, que não participa da vida pública (do coletivo). Nos dias de hoje, pode-se dizer que há liberdade, metade da humanidade, vota, tem a orientação sexual que quer se expressa, isso é uma evolução e tanto. Acabou a ditadura e entra em ação ademocracia. Mesmo com esses avanços, boa parte da população, meio que criou aversão a politica devido à corrupção. As pessoas tem a visão de que a politica é apenas a eleitoral, o que não é verdade. Não existe liberdade sem política, à Grécia antiga afirmava isso. Porém a liberdade pessoal é muito valorizada pela sociedade atual, e essa liberdade que trouxe evolução para o ser humano. Só queindividualismo em excesso é ruim, uma vez que vivemos em sociedade e precisamos pensar no coletivo. Um exemplo disso é a lei que proíbe o fumo em lugares públicos, o fumante não está proibido de fumar, apenas de fumar em lugares fechados deixando de terceirizar sua fumaça e assim não tornando ninguém seu fumante passivo. A politica é para todos, é para o coletivo e não se pode viver em sociedade pensando noindividual.

Conviver o mais político dos atos

O texto faz o leitor a repensar no conviver como sendo o ato mais político. Muitos compreendem o termo liberdade como um objeto a ser comprado, podendo fazer o que quiser. Mas é por trás da ideia de direito e liberdade que também se tem o dever, na medida em que os direitos ligados à vida em sociedade estão intimamente ligados às obrigações. Oser humano não pode usufruir de certos direitos sem cumprir seus deveres. Para isso, se tem um grande exemplo do conviver em sociedade, que são os condomínios, nas quais possuem suas unidades autônomas, mas não soberanas, fazendo com que cada parte desse condomínio seja importante e não superior aos demais. Assim, a participação de cada elemento que faz parte do condomínio é de grande importânciapara as tomadas de decisões da copropriedade como um todo. Contudo, alguns preferem não participar de reuniões, esse ato também é uma ação política, sendo esta uma tomada de decisão. Nesse sentido, esta literatura vem mostrar que conviver é um ato político, pois muitos acreditam que a política se limita somente ao Estado, ao presidente. Todavia, fazemos política no nosso cotidiano, seja nocondomínio, no sindicato, nas relações familiares. E que há um grande cansaço da política dos governos, na qual estamos chegando a uma saturação, mas não pelo fato de ter chegado ao seu ápice, mas por sua fadiga, fazendo-nos pensar se esse cansaço pode ser combatido e fazer com que a política volte a ser o que na sua essência ou se o seu objetivo histórico terminou.
Quem deve ser o dono do poder
O textoinicia com uma comparação entre as assembleias políticas e os atos religiosos, é contestada a semelhança entre ambas. Indivíduos que buscam na religião e na política se tornarem mais humanos. Afirma também que são frequentadas pelas mesmas pessoas, que possuam pensamentos e opiniões semelhantes para determinados assuntos, sejam eles, crenças, cor, sexualidade. Que prezam as aparências e esquecemque a diversidade enriquece as relações humanas e distorcem a essência da política e a trata como um evento. Porém necessitam de resultados favoráveis para estimular a política (evento) senão desistem. No entanto os resultados obtidos positivos e juntos parecem limitados, pois para os brasileiros estes se traduzem em benefícios oferecidos pelo estado e não por suas próprias escolhas. Nesse...
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