Politica como vocação, resumo

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O Estado Moderno é um aparato administrativo e político caracterizado pelo monopólio de atuação do uso da força, podendo usufruir dela legitimamente, dentro de um determinando território, apenas quem o estado permite. A coação física, não é o único instrumento do estado, todavia o especifico e peculiar: “Todo estado fundamenta na força”. Sem uma representação do poder que use a violência o conceito de “Estado” seria eliminando, dando lugar a uma anarquia. Sendo uma relação de homens dominando homens e com poder centralizado. Só podendo existir, se sua população obedecer aos detentores do poder, cuja autoridade deve ser reconhecida e legitima. A política é o conjunto de esforços praticados para participar do poder ou a influenciar a divisão do poder. Existe um conceito amplo e outro restrito a primeira consideração pode ser todas as espécies de atividades autônomas. E o restrito é a influência exercida sobre a direção do Estado ou que se exerce em tal sentido.
Existem três tipos de justificações e legitimações básicas da dominação, entretanto a que ganha destaque é a carismática onde um atributo marcante é que os dominados obedecem ao líder devido ás qualidades e o carisma do chefe. È essa a raiz de uma vocação para a política, onde o líder vive para sua causa e ‘luta pela sua obra’. Esse tipo de liderança surgiu em todos os lugares e em todas as épocas históricas, como o demagogo, figura típica do chefe político no Ocidente. São em toda parte as únicas figuras decisivas nas correntes cruzadas da luta política pelo poder. Passando a analisar o estado como uma empresa de dominação sendo os meios matérias e os conhecimentos administrativos, necessidades básicas.
Durante o processo de expropriação política, nota-se aparecimento de uma nova espécie de "Políticos profissionais", que se empenhavam na luta política para se colocarem à disposição de um príncipe, administrando- lhes a política, ganhavam, de um lado, a vida e, do outro, um conteúdo de vida

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