Polícia comunitária em rondonópolis: evoluindo para a segurança pública do século xxi

Páginas: 76 (18807 palavras) Publicado: 3 de junho de 2011
UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
UNISULVIRTUAL
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍCIA COMUNITÁRIA

HANDSON FREITAS FARIAS

POLÍCIA COMUNITÁRIA EM RONDONÓPOLIS-MT: EVOLUINDO PARA A SEGURANÇA PÚBLICA DO SÉCULO XXI.

Palhoça
2009
HANDSON FREITAS FARIAS

POLÍCIA COMUNITÁRIA EM RONDONÓPOLIS-MT: EVOLUINDO PARA A SEGURANÇA PÚBLICA DO SÉCULO XXI.

Monografia apresentada ao curso de pós-graduação lato sensu em Polícia Comunitária, da Universidade do Sul de Santa Catarina - Campus Unisul Virtual, como requisito parcial à obtenção do grau de especialista em Polícia Comunitária.
Orientador: (Nome do Professor Orientador)

Palhoça
2009
HANDSON FREITAS FARIAS

POLÍCIA COMUNITÁRIA EM RONDONÓPOLIS-MT: EVOLUINDO PARA A SEGURANÇA PÚBLICA DO SÉCULO XXI.

Monografia apresentada aocurso de pós- graduação lato sensu em Polícia Comunitária, da Universidade do Sul de Santa Catarina - Campus Unisul Virtual, como requisito parcial à obtenção do grau de especialista em Polícia Comunitária.

Aprovada em, _______de_____________________de ____________.

BANCA EXAMINADORA

Prof..........................................– Orientador
Universidade do Sul de Santa CatarinaProf.
Universidade do Sul de Santa Catarina

Prof.
Universidade do Sul de Santa Catarina

DEDICATÓRIA

Dedico este trabalho a minha esposa Joselania Maria de Lima Farias, meu filho Heitor De Lima Farias, o Sr. João Batista Farias e a Srª. Dejanir Pereira de Freitas Farias, meus pais.
AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus, que em todos os momentos da minha vida esteve ao meu lado,guiando os meus passos mostrando-me o caminho da verdade e da justiça.
A Secretária Nacional de Segurança Pública, pela oportunidade ofertada aos agentes públicos de se especializarem.

RESUMO

SUMÁRIO

1. A CONSTRUÇÃO DO MONOPÓLIO DA FORÇA E AS FORÇAS POLICÍAIS

1.1 PROCESSO CIVILIZÁTORIO E A MONOPOLIZÇÃO DO USO DA FORÇA

De acordo com Hobbes (2003), vivíamos em estado de guerra, umaluta de todos contra todos, na qual apenas o mais forte vencia. Na ausência de Estado, havia guerra perpétua de cada homem contra o seu vizinho, e sendo cada coisa de quem o apanhava e o conservava pela força, não havia nem propriedade nem comunidade, mas apenas incertezas. Esse era o Estado de Natureza, a situação pé-social em que os seres humanos se encontravam antes de criarem o contrato social,o estado do medo da morte violenta.
Na atualidade ainda vivemos neste estado de medo o aumento da violência e criminalidade e a incapacidade do Estado em frear este fenômeno, produz a sensação da insegurança pública e um crescente aumento de políticas de encarceramento e criminalização.
Discorrendo sobre a idéia de estado de natureza a concepção de Rousseau (1993) é mais branda, encontrávamosem um estado de natureza, vivíamos isolados nas florestas comendo aquilo que a natureza nos oferecia, não havia lutas e a liberdade era plena. O homem nesse estado é chamado de “bom selvagem inocente”, um estado de pura felicidade, que só termina porque um desses indivíduos cercou um pedaço de terra e falou que era dele e assim esta criada a propriedade privada. Esse momento se caracteriza comosendo o estado de sociedade, o segundo momento depois do estado de natureza, que corresponde ao estado de guerra hobbesiano.
Já John Locke, entendia que era no estágio pré estatal, ou seja, no hipotético Estado de Natureza, que os homens viviam em perfeito estado de liberdade para regular as próprias ações e dispor das próprias posses e das pessoas, dentro dos limites da lei natural, sem pedirpermissão ou depender da vontade de ninguém.
Essas concepções de estado de natureza são consideradas filosóficas e foram criadas pelos filósofos modernos para explicar como surgiu e, principalmente, por que estabelecemos um contrato social, e compõem a base do pensamento contratualista, em que a sociedade não é natural, mas constituída a partir da necessidade dos seres humanos em organizar-se. Na...
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