perereca suicida

Páginas: 5 (1176 palavras) Publicado: 15 de maio de 2014
6. Bifurcação de Caminhos ­
Roma e Bizâncio: Séculos V a XIII

QUANDO, NO ANO DE 311 D.C o Imperador Constantino estabeleceu a Igreja Cristã como um poder no Estado, os problemas com que se defrontou foram enormes. Durante os períodos de perseguição não tinha havido necessidadenem, de fato, possibilidade de construir lugares públicos de culto. As igrejas e salas de reunião que existiam eram pequenas e de aspecto insignificante. Mas, uma vez que a Igreja se tornara o poder supremo no reino, todo o seu relacionamento com a arte teria que ser reexaminado. Os lugares de culto não podiam adotar por modelo os antigos templos, já que sua função era inteiramente diferente. Ointerior do templo era, usualmente, apenas um pequeno sacrário para a estátua de um deus. As procissões e os sacrifícios tinham lugar do lado de fora. A igreja, por sua vez, tinha que encontrar espaço para toda a congregação que se reunia para o serviço religioso, quando o padre recitava a missa no altar-mor ou proferia seu sermão. Assim, aconteceu que as igrejas não foram modeladas pelos templospagãos, mas pelo tipo de vastos salões de reunião que nos templos clássicos eram conhecidos pelo nome de "basílicas", o que significa aproximadamente "salões reais". Esses edifícios eram usualmente mercados cobertos e recintos para audiências públicas dos tribunais de justiça; consistiam principalmente em vastos salões oblongos, com compartimentos mais estreitos e mais baixos ao correr dos lados maiscompridos, divididos do corpo central por colunatas. Na extremidade havia freqüentemente espaço para um estrado semicircular (ou abside), onde o presidente da reunião, ou o juiz, podia tomar assento.
A questão de como decorar essas basílicas foi muito mais difícil e séria, porque a questão da imagem e seu uso na religião surgiu de novo e causou disputas muito violentas. Num ponto quase todos osprimeiros cristãos concordavam: não devia haver estátuas na Casa do Senhor. As estátuas pareciam-se demais com aquelas imagens esculpidas de ídolos pagãos que a Bíblia condenava. Colocar uma figura de Deus ou de um de Seus santos no altar parecia inteiramente fora de questão. Pois como os míseros pagãos que tinham se convertido recentemente à nova fé apreenderiam a diferença entre suas antigascrenças e a nova mensagem, se vissem tais estátuas nas igrejas? Poderiam facilmente pensar que uma estátua "representa" realmente Deus, tal como pensavam antes que uma estátua de Fídias representa Zeus. Assim, eram capazes de achar até mais difícil compreender a mensagem do Deus Todo-Poderoso, Invisível e Uno, a cuja semelhança tinham sido feitos. Mas, embora todos os cristãos devotos pusessemobjeções às grandes estátuas copiadas da vida real, suas idéias sobre pinturas diferiam bastante. Alguns as consideravam úteis porque ajudavam a congregação a recordar os ensinamentos que haviam recebido e mantinham viva a memória desses episódios sagrados. Esse ponto de vista foi principalmente adotado na parte latina, ocidental, do Império Romano. O Papa Gregório, o Grande, que viveu no final do séculoVI D.C., seguiu essa orientação. Lembrou àqueles que eram contra todas as pinturas que muitos membros da Igreja não podiam ler nem escrever, e que, para ensiná-los, essas imagens eram tão úteis quanto os desenhos de um livro ilustrado para crianças. Disse ele: "A pintura pode fazer pelos analfabetos o que a escrita faz para os que sabem ler".
Foi de uma importância imensa para a história da arteque uma tão grande autoridade tenha acudido em favor da pintura. Sua sentença seria repetidamente citada sempre que as pessoas atacavam o uso de imagens nas igrejas. Mas é claro que o tipo de arte que foi assim admitido era de uma espécie algo restrita. Para que o propósito expresso por Gregório I fosse servido, a história tinha que ser contada da maneira mais clara e simples possível, e...
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