PEDAGOGIA DO OPRIMIDO

1047 palavras 5 páginas
1. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO VERSUS PEDAGOGIA DOS CONTEÚDOS

O autor inicia o capítulo de forma sucinta já deixando claro que Paulo Freire mesmo apesar de não ter desenvolvido uma teoria especifica sobre currículo, tem em toda sua obra assim como em outras teorias pedagógicas, questões em discussão que estão sempre relacionadas a teorias mais propriamente curriculares. Pode-se dizer que seu esforço de expor suas teorias consiste, ao menos em parte, em responder á questão fundamental: ”o que ensinar?”.
O autor inicia o capítulo conceituando historicamente as obras de Paulo Freire, Educação para a prática da liberdade (1967) e Pedagogia do Oprimido (1970). Nesse texto, de maneira particular, ele tece seus comentários a respeito da segunda obra citada.
Trazendo o conceito de “educação problematizadora”, contrariando a educação bancária, Paulo Freire mostra que conhecimento é sempre conhecimento de alguma coisa, não existe uma separação entre o ato de conhecer e aquilo que se conhece. Para Freire o conhecimento é sempre dirigido para alguma coisa, ele envolve o “tornar presente” o mundo para a consciência. E essa consciência inclui a consciência de si mesmo, diferenciando-se dos animais. Sua epistemologia está centrada no conceito antropológico de cultura, que define a cultura como uma produção humana, não distinguindo cultura erudita de cultura popular, mas sim valorizando as “culturas”. “Conhecer envolve intercomunicação (a comunicação com outras pessoas) e intersubjetividade (reunião de idéias subjetivas individuais em relação ao objeto de estudo, onde tenta-se captar uma idéia geral, do ponto de vista global de um grupo discursor opnativo). É através dela que os homens se educam, intermediados pelo mundo cognoscível (passível de ser conhecido). A reunião de idéias subjetivas e individuais em relação ao objeto de estudo permite conceber o ato pedagógico como um ato que pretende provocar discussão, debate, diálogo.” Na educação problematizadora o mundo não é

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