Pòs Graduação

Páginas: 7 (1509 palavras) Publicado: 20 de outubro de 2014
-381019558000curso de especialização em história e cultura
afro- brasileira e africana
SILVÂNIA LIMA VERDE
No Brasil: ser uma mercadoria como as outras
Ser escravo no Brasil
Cruzeiro do sul, ACRE
2014
SILVÂNIA LIMA VERDE
No Brasil: ser uma mercadoria como as outras
Ser escravo no Brasil
Trabalho apresentado ao Curso de Especialização em História e cultura Afr-Brasileira e AfricanaMódulo II: História africana
Orientadora: Tereza Cruz
Aluna: Silvânia Lima verde
Resenha da obra “SER ESCRRAVO NO BRASIL”- Uma história da autora MATTOSO, Cátia M. de Queiroz: Tradução de James Armado, - São Paulo: Brasiliense,, 2003 2ª reimp. da 3. ed. de 1990. ISBN 85-11-13027-06 1-Ecravidão-Braasil-História- 2. Escravos-Brasil-Emancipação 3. Escravos-Tráfico-Brasil-História 1. TítulosCDD 981.
Autor: Silvânia Lima Verde
Graduada em Licenciatura História 2011
A obra Ser negro no Brasil é uma história envolvente, que consegue passar o sofrimento e maus tratos no transporte dos negros, segundo a autora, o negro é comparado a uma mercadoria qualquer, isto é uma viagem que ele faz sem volta. A bordo o transporte era uma humilhação, pela falta de agua, alimentos, e também sãosubmetidos a uma revista sanitária onde são marcados a ferro no ombro, na coxa e no peito. Embarcados, os cativos são postos a ferro até que se perca de vista sua terra de origem a África. Os números de cativos variavam de um navio a outro como variavam igualmente o desconforto, a fome, a sede e a sujeira. Os portugueses transportavam 500 cativos numa caravela, enquanto os holandeses não embarcavammais de 300 num navio grande.
O regulamento acrescenta que nas partes superiores do navio não se podia acomodar mais de cinco pecinhas, isto é crianças por cada tonelada. A vida era dura nos navios para todos os homens, tanto o da tripulação quanto para os escravos. Os estudo sobre a mortalidade é de média a 15 a 20 %, mas na verdade são quase inexistente e estamos mal informados. De uma carga de1211 cativos somente 628 sobreviviam a travessia e outros 68 morreram após o desembarque. A respostas que davam as questões propostas pela organização do tráfico, seu ritmo, sua direção, seu volume, esclarecem certos aspectos fundamentais do comércio negreiro.
Angola foi vista e continua sendo no século XVIII o principal fornecedor de escravos no Brasil. Essas importações foram feitasprincipalmente para o Rio de Janeiro com 515% enquanto a Bahia 27,3% e Pernambuco 18,2% e a Santos Modestos 0,2%. O grosso do tráfico efetiva-se entre julho e novembro, aonde a travessia chega a durar de 35 a 40 dias, isto é, se a viagem começa na Angola o tempo varia de 50 e 70 dias provenientes de Moçambique, isso quando não acontece nenhum tipo de problema.
No navio é embarcado sempre maior n
Úmero dehomens que mulheres onde é ignorado tudo a respeito da idade dos cativos, as crianças de colo não pagavam impostos e meninos e meninas pagavam a metade. Torna-se muito tentador escrever nestas categorias crianças mais velhas e mesmo adolescentes, esquece-los quando da inscrição nas listas feitas por ocasião do embarque. Justifica a elevação de taxa de mortalidade, acima das médias habituais portoda uma série de razões onde explicam as catástrofes de mortalidade, cujos registros nos negreiros foram preservados. Pra eles evitar o volume de perdas de vida pode evitar o pagamento de certos direitos e taxas. Quanto mais a viagem se prolonga, mas a mortalidade aumenta.
No século XIX, aparte do momento que as nações consideraram ilícita todo e qualquer tráfico de escravos, os negreirostratavam de utilizar navios menores, mais fácil de manobrar e mais rápido, o que os obriga a apinhar parte de carregamento no próprio convés perturbando as manobras com velas. O cativo abordo dos negreiros sujeito a todos os riscos e não tem defendido contra a morte. Sou regime alimentar foi mudado, sente falta de exercício físico mesmo sendo obrigado a dançar e andar nos convés durante a viagem. O...
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