Opressor

Páginas: 5 (1202 palavras) Publicado: 4 de setembro de 2014
O imaginário dos navegantes portugueses dos séculos 15 e 16.

Fonseca infatiza sobre o que é o imaginário,fazendo uma comparação entre a idade contemporanea e a média,colocando como exemplo o oceano,pois na idade media o oceano era considerado aos olhos de muitos,principalmente aos mais letrados ou seja alfabetizados,um mar como elemento adverso,perigoso e destruidor, por quê para eles quandose pensa em oceano,lembra-se Gênesis,mas também,segundo as passagens da bíblia, o oceano como adverso,é violento, mas pode se transformar no oposto por uma opção divina,onde o elemento mar tem em seu seio,o milagre como lugar.
O que ajuda a reforçar esse imaginario da idade média, é a falta de conhecimento sobre o desconhecido,as especulações sobre esse horizonte inabitavel que está associado aideia de medo, pos muito se dizia em mostros marítimos, mas por outro lado, servia de incentivo para os navegantes europeus,a busca pelo desconhecido pela aventura e estimulo a imaginação.
Também nós lembra que na idade média, os mostros segundo aristoteles " é um fenomeno que vai contra a natureza considerada na sua totalidade" ou seja como para o autor de "A Cidade de Deus"
O primeirocapítulo do livro "Justificativa da Pedagogia do Oprimido" Freire mostra como é possível trazer de volta a liberdade e o pensamento crítico ao apresentar de forma desmascarada as principais características dos opressores. Freire afirma que a educação é usada de forma leviana, em prol da manipulação à população, defendendo os interesses dos opressores. Quando refletimos na humanização perdida, percebe-seque não apenas a vítima deste desalento torna-se desumana, o causador também é desumanizado com sua própria prática. Ao citar que “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho, os homens se libertam em comunhão” o autor deste relevante livro impressiona, pois acredita em ideais coletivos capazes de libertar a sociedade da pedagogia manipuladora, algo assim impressiona, quando atualmenteestamos inseridos em um contexto inverso.
Neste capítulo se caracteriza o opressor, expõe a situação desfavorável do oprimido e promove ensinamentos possíveis, capazes de romper a relação desigual entre ambos. Ao alcançarem através da reflexão e da ação coletiva, os guerreiros da educação pedagógica do oprimido devem permanecer em sua luta por liberdade.




Destaque ás propostas de PauloFreire
Na obra “Pedagogia do Oprimido” Paulo Freire mostra a importância de se ter uma pedagogia libertadora e trás a educação como principal arma para Liberdade.
Devido esta obra ser escrita na fase de exílio de Paulo Freire no Chile, a ideia central é a libertação dos oprimidos perante seus opressores e a de opressores perante o ato de oprimir.
Nesse caminho para a liberdade o oprimido devebuscar conhecer a si mesmo e o meio social onde vive através da práxis (ação e reflexão) indo em direção ao caminho da aprendizagem.
Freire destaca primeiramente como fonte de libertação o diálogo. Diálogo entre oprimido e opressor, educando e educador. Sem diálogo não existe um ser livre, pois o próprio diz que “O diálogo é a essência da educação como prática da liberdade”.
Se não há vozativa, o ser logo não existe como pessoa, pois não manifesta sua própria vontade, se deixando cada vez mais influenciar pelo seu opressor, seguindo valores e ideologias, tornando-se a sombra de seu opressor, aderindo-o e assim não conseguindo identificar a pessoa em si, nem em si o oprimido.
Nesse contexto o oprimido torna-se dependente do opressor, teme a liberdade, pois com a liberdade vem aresponsabilidade de assumi-la.
O autor defende que a liberdade deve acontecer por ambas às partes. O opressor se conscientizando que oprime e o oprimido vendo em si a inferioridade imposta pela opressão e também reconhecendo quem é na realidade o seu opressor. Paulo Freire destaca também que essa prática às vezes pode ser perigosa, pois corre o risco de tornar antigos oprimidos em novos...
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