Números colplexos

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Números Complexos:
Rafael Bombelli: Ele foi pioneiro em determinar as regras algébricas dos números negativos e dos números complexos, em sua obra L'Algebra. O pesquisador Bortolotti encontrou seus manuscritos numa biblioteca de Bologna (1923) e republicou seus cinco livros (1929), uma contribuição fundamental para o estudo dos números complexos. Em sua álgebra ele escreveu, por exemplo:
MAIS vezes MAIS é igual a MAIS;
MENOS vezes MENOS é igual a MAIS;
MAIS vezes MENOS é igual a MENOS;
MENOS vezes MAIS é igual a MENOS;
Leonard Euler: Seu nome ficou ligado para sempre ao número irracional e, conhecido como número de Euler, cujo valor é aproximadamente 2,71828. Dentre as inúmeras contribuições de Euler foi notável seu empenho na melhoria da simbologia.
Muitas das notações que utilizamos hoje foram introduzidas por ele. Dentre as representações propostas por Euler destacamos o i substituindo por √-1.
Euler passou a estudar números da forma z = a + bi onde a e b são números reais e i2 = -1.
Caspar Wessel: Um grande passo no estudo dos números complexos, z=a+bi, foi a sua representação visual. O dinamarquês Caspar Wessel, em 1797, foi o primeiro a representar geometricamente os números complexos, estabelecendo uma correspondência bijetiva entre números complexos e pontos do plano, que, de certa forma, segue a linha da representação dos números reais numa reta.
Esta representação de Wessel vai um pouco mais além da simples representação cartesiana, pois toma um eixo (regra geral o eixo das ordenadas) como o eixo onde se encontram todos os imaginários puros. Este trabalho de Wessel foi votado ao esquecimento, por ter sido publicado em dinamarquês, e só anos depois, à volta de 1806, agora publicado em francês por Jean Robert Argand que criava a mesma representação cuja glória, indevida, ficou ligada ao seu nome até aos nossos

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