Novos programas de matemática do ensino básico – números, operações e álgebra

Páginas: 13 (3024 palavras) Publicado: 4 de agosto de 2012
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Novos Programas de Matemática do Ensino Básico – Números, Operações e Álgebra











Formadora: Olga Seabra



Data de Realização: de 23 de Outubro a 11 de Dezembro



Formando: José Pedro Conde Pinto da Silva





Canelas, 11 de Dezembro de 2010“Toda a situação matemática com interesse, tem uma ideia chave, um abre-te Sésamo que ilumina de súbita alegria a clássica ideia luminosa que faz gritar “Eureka!”.
Ora, é esse momento áureo de alegria que o aluno precisa de conhecer alguma vez: só por essa porta se entra no segredo da matemática, se descobrem os seus tesouros, se aprendem as recônditasharmonias.

Vistos por esse mágico prisma, todos os assuntos, desde os mais modestos, transformam-se como que por encanto, ganhando vida...”











Introdução



O modo como os alunos entendem a matemática é determinada pelo modo como usam os conhecimentos. Para que os alunos entendam, aprendam matemática é necessário propor-lhe experiênciasdiversificadas que permitam desenvolver capacidades de analisar informações, resolver e formular problemas, capacidade de abstracção e generalização e elaboração argumentações matemáticas e raciocínio lógicos. De modo a que os alunos possam tirar partido da Matemática, desenvolvendo nestes atitudes positivas face à matemática e a capacidade de apreciar esta ciência. “Alfabetizar é mais do que o simplesdomínio psicológico e mecânico de técnicas de escrever e ler (…), é entender o que se lê e escrever o que se entende (…), daí que o papel do educador seja fundamentalmente dialogar com o educando sobre situações concretas.”Paulo Freire (1965).

Realça-se assim a importância de comunicar em matemática para aprender a comunicar matematicamente.

A motivação que me levou a inscrever nestaformação prendeu-se com características intrínsecas encarando-a como um desafio estimulante, uma vez que o interesse que a matemática suscita, é muitas das vezes, encarado como um bicho-papão, cheio de mistérios indecifráveis, intimidadores e inibidores. Estando ligado há dez anos consecutivos, a uma população escolar diferente – os alunos com necessidades educativas especiais - e, no presenteano lectivo, a leccionar numa turma de quarto ano, pretendo ajudar estes alunos a adquirir competências necessárias ao seu sucesso intelectual e social, pelo que este foi mais um motivo que me levou a ponderar integrar esta formação.

Assim, o poder tornar a minha prática pedagógica mais rica e diversificada, reflectindo e partilhando as aventuras e desventuras ocorridas na práticapedagógica na sala de aula, com os restantes formandos, tornando esses momentos em interacção e diálogo com vista a melhorar o trabalho com os alunos, foi um factor que também pesou na minha decisão.

Também o facto da matemática ser encarada como uma chatice, que dá muito trabalho e que requer muita habilidade e predisposição, quase genética, leva muitos indivíduos a encará-la numa atitudenegativista e de desânimo aprendido, esquecendo que a aquisição de novos conhecimentos, a utilização de procedimentos adequados, a implementação de estratégias e técnicas que melhorem o desempenho e a atitudes dos alunos são motivação mais que suficiente para integrar um plano de formação neste âmbito.

Todos nós, diariamente, enfrentamos situações que nos parecem irresolúveis, mas encaramo-las eprocuramos ultrapassá-las com uma postura flexível, criativa e critica. É assim que devemos ver a Matemática: um desafio que pode ser criativo e estimulante. Se passarmos essa mensagem aos nossos alunos e se eles sentirem, que também nós gostamos do que estamos a aprender, apesar das dificuldades que possam surgir, provavelmente a sua postura perante este desafios matemáticos e da vida, lhes...
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