MOTIVAÇÃO: MITOS, CRENÇAS E MAL-ENTENDIDOS

Páginas: 5 (1168 palavras) Publicado: 28 de abril de 2014
MOTIVAÇÃO: MITOS, CRENÇAS E MAL-ENTENDIDOS
trabalho sobre o Artigo de Cecília W. Bergamini.
PARTE 1
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Cada ser humano é tão diferente e singular que é impossível estabelecer uma só regra para explicar o fenômeno da motivação. Portanto, a autora propõe a revisão de certosprincípios que regem algumas crenças populares tais como o ditado: "faça aos outros aquilo que você gostaria que lhe fizessem". Ela propõe então, outra máxima: "faça aos outros aquilo que eles gostariam que você lhes faça", propondo a ideia de que cada individuo é ímpar e, portanto, nem sempre é motivado pelos mesmas coisas.
Ainda segundo a autora, existem pessoas que se motivam com um novo desafio epor serem motivadas dessa maneira, tendem a pensar que todos se sentirão motivados pela mesma situação. A autora cita outros tipos de personalidade humana que carregam em si outros de agentes intrínsecos motivadores. Desse ponto de vista, a autora diz que todas as teorias da motivação foram formuladas levando em conta uma certa parcela da população que foi catalogada apenas como "estatística" eque não explicam de maneira particular como cada pessoa é motivada, afirmando que qualquer teoria sobre motivação que tente se estabelecer como "irrefutável" traz em si mesma o seu próprio engano, já que nenhuma teoria que se relaciona ao comportamento humano contém todas as verdades sobre o que motiva as pessoas individualmente pois este tema é fonte de inesgotável pesquisa.

Até aqui,se tem a ideia de que em meio a tantas teorias se cumpre a profecia do Chacrinha, o velho guerreiro, que dizia: "Eu vim para confundir e não para explicar". Parece que o universo das teorias motivacionais se tornou uma grande torre de babel, onde cada qual tem sua própria linguagem e quase ninguém se entende. Então, apareceram grupos com pensamentos tão antagônicos que uns propuseram "esquecer"esse tema por ser algo extremamente complexo e outros, porém, viram essa complexidade como um desafio a ser vencido e propuseram união de forças para desvendar tamanho mistério que se tornou a teoria da motivação humana.

A autora afirma após 30 anos de estudos intensos sobre esse tema e de tantas hipóteses acumuladas sobre esse tema, nos dias atuais gerou-se uma certa decepção a tal ponto de cadaum adotar sua própria interpretação a respeito do comportamento motivacional. Nesse ponto ela sugere uma revisão mais crítica o material básico produzido até agora para que se tente novamente chegar a uma conclusão mais simples do que seja a motivação.

Para explicar o que "não é" motivação, a autora argumenta que existem dois pensamentos: o primeiro diz que os agentes motivadores sãoextrínsecos à pessoa e que portanto, elas devem ser motivadas . O segundo, afirma que esses agentes motivadores têm suas origens nas pulsões interiores e que portanto nascem de dentro para fora. Se bem que seja possível acontecer ambas as reações, elas são qualitativamente distintas. A teoria de Herzberg afirma que quanto uma pessoa reage por impulsos externos isso pode ser classificado como simplesmente"Movimento", já, quando a reação é gerada pelos impulsos internos, o comportamento advindo de tais fatores é por ele chamado de "Motivação". No primeiro caso, quando o agente motivador cessa, cessa também o movimento comportamental. Já no segundo, a pessoa continua agir até que suas necessidades sejam satisfeitas.

Muitas teorias como a do Reflexo condicionado, de Pavlov, a Lei do Efeito, deEdward Lee Thorndike, a teoria do Reforço, de Skinner, são consideradas teorias experimentalistas justamente porque foram elaboradas através de experiência com animais. Essas teorias tem o mesmo ponto de partida que é o condicionamento feito através de estímulos exteriores e portanto não podem ser chamadas de teorias motivacionais e sim de teorias do movimento.

Para os comportamentalistas...
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