Mortalidade unfantil

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A Realidade do País

A taxa de mortalidade infantil de Angola é, ainda, uma das mais elevadas do mundo, sendo a malária a principal causa de morte entre as crianças com menos de 5 anos.

A comparação dos dados de 2001 e 2003 revelam não ter havido, nesse período, melhoria nos indicadores deste objectivo. Observou-se, contudo, um progresso no número de crianças imunizadas contra o sarampo, que aumentou de 53,4% em 2001 para 62% em 2004, muito embora o nível de cobertura permaneça relativamente baixo.

A poliomielite, apesar de considerada erradicada nos últimos anos, teve ressurgimento no início de 2005.

O que está a ser feito?

Os desafios traçados pelo Ministério da Saúde nesta área encontram-se no Plano Estratégico para a Redução Acelerada da Mortalidade Materno- Infantil em Angola (2004-2008), que assume como uma das principais metas, até 2015, a redução da taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos para 104 crianças por mil nados vivos.

No âmbito do Programa Alargado de Vacinação (PAV) e no contexto do Plano Bienal 2005-2006 foram definidas as principais metas.

No Plano Estratégico para a Redução da Mortalidade Infantil, especificamente pelo sarampo no período 2002 -2006, foram definidas várias estratégias: Reorganização e Reforço do sistema de imunização; Controlo de doenças tais como erradicação da poliomielite, vigilância das PFAs, controlo do sarampo, eliminação do tétano materno e neonatal, controlo da febre-amarela, prevenção de deficiência de vitamina A.

O que falta fazer?

O esforço conjunto e articulado entre o Governo Angolano e a Comunidade Internacional deverá contribuir para superar as dificuldades encontradas na integração das acções tendo em vista a melhoria dos serviços de cuidados primários.

A importância das parcerias com as ONGs, igrejas e doadores não deve ser descurada. O poder das estratégias de Informação-Educação-Comunicação são reconhecidas e, dirigidas às comunidades, aumentam a eficácia das

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