Monografia - industrialização brasileira

Páginas: 40 (9874 palavras) Publicado: 14 de outubro de 2011
Sumário
Introdução | 2 |
Objeto | 23 |
Balanço historiográfico | 31 |
Conclusão | 32 |
Bibliografia | 33 |

Tema: Brasil: cultura, economia e crescimento industrial. (1820 – 1930)

O presente texto iniciará com a Independência do Brasil e a primeira República e viajando pela nossa fascinante história Brasileira, onde relataremos sobre o final do Império, quando alegislação eleitoral foi mudada; e iniciaram-se as muitas e desordenadas mudanças como conferiremos no decorrer destas linhas.
Entre 1820 e 1822, as elites regionais tiveram dúvidas em relação a qual projeto político deveriam seguir. Paradoxalmente, mais do que a “independência” liderada por d. Pedro, o movimento português de 1820 parecia atender ao anseio de autonomia regional. De caráterliberal e constitucional, a Revolução do Porto contou com a participação de representantes coloniais, eleitos nas diversas províncias. Essas, por sua vez, passaram a ser beneficiadas pelo direito de eleger suas respectivas juntas governativas.
Revolução do Porto

2
“A medida agradava em muito às elites regionais, pois, a partir de então, elas passavam a ter controle sobre o sistema político e asrendas internas das ex-capitanias.”
A partir de 1821, a tendência, portanto, era de que a maior parte das classes dominantes coloniais apoiasse o governo português, deixando de obedecer as ordens emitidas pelo Rio de Janeiro. Isso, de fato, ocorreu, mas contou com um importante contraponto: o movimento constitucionalista brasileiro.
“O sucesso inicial da independência se deve à adesão de váriasprovíncias à convocação da Assembleia Constituinte e Legislativa do Brasil, sugestão acatada pelo regente em 3 de junho de 1822.”
A posição de D. Pedro, no entanto, era ambígua. O apoio que dava ao movimento constitucionalista era marcado por ressalvas do tipo: “a Constituição deve ser digna do meu poder”, e assim em diante. Não é de se estranhar, portanto, que, após o 7 de Setembro, as elitesregionais ficassem divididas. Apoiar as cortes portuguesas significava submeter-se a um governo liberal, ao passo que acatar ao imperador implicava o risco de retorno ao absolutismo. Além disso, havia divisões nas tropas estacionadas nas diversas províncias, umas fiéis à Corte portuguesa e outra à carioca. Por isso, a independência foi seguida por uma série de guerras. No Norte e Nordeste, o processode ruptura com Portugal esteve longe de ser tranquilo. Entre março e maio de 1823, Belém registra levantes pró-Lis boa. O mesmo ocorre no Maranhão, Piauí e Ceará, onde os conflitos armados estendem-se de outubro de 1822 a janeiro de 1823. Na Bahia, as lutas desdobram-se por quase um ano.
“Tais embates não pararam por aí. Naverdade, tiveram desdobramentos bem mais sérios em outras regiões, e punham em xeque a dominação das duas cortes.”
A reengenharia política da independência implicava esvaziar a influência das Cortes legislativas portuguesas, criando uma similar nacional. A medida deu certo e foi auxiliada por algumas iniciativas recolonizadoras dos constituintes portugueses. A elas deve em grande parte seratribuído o sucesso do Grito do Ipiranga, gesto que, se não contasse com o inestimável apoio das elites do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, passaria para a história como mais um berro inconsequente do autoritário d. Pedro. A independência, porém, pregou uma peça nessas elites. Um ano após ser convocada, a Assembleia Constituinte foi dissolvida e, em seu lugar, o imperador designou um pequenogrupo para redigir uma Constituição “digna dele”, ou seja, que lhe garantisse poderes semelhantes aos dos reis absolutistas. Um exemplo disso foi a criação do Poder Moderador, através do qual o monarca reservava para si, entre outras prerrogativas, o direito de nomear senadores, convocar e dissolver assembleias legislativas, sancionar decretos, suspender resoluções dos conselhos provinciais,...
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