MItos e razão

Páginas: 6 (1438 palavras) Publicado: 31 de julho de 2013


Quando falamos em mito ou razão pensamos que mito é coisa do passando que não se usa mais, pois estamos enganados nos dias atuais usam se mitos para contar historias em forma de magicas, como na antiguidade em que se acreditavam muito nesse tipo de historias, mas ao estudarmos filosofia temos que deixar o mito de lado e colocar a razão em base na nossa vida. Thales Mileto (643-5460) foi oprimeiro filosofo que estudou esse segundo ele as cosmologias do pré Sócrates buscam explicar o mundo natural como um todo, e tal perseguem um principio geral (ARKHÉ) que mantém e dá governo ao mundo.
O pensamento mítico corresponde a primeira forma de pensar a realidade. Os mitos são narrações que têm como protagonistas seres sobrenaturais, que existiram num passado remoto. Neles encontramos aexplicação para a origem do Cosmos e muitos outros aspectos da realidade origem do homem, doenças e fogo. Ao narrar-se a sua origem, dá-se igualmente uma explicação para o seu sentido e a finalidade. 
Os mitos, enquanto narrativas, foram os primeiros discursos elaborados sobre o  mundo e as coisas. O mito conta uma história sagrada; relata um acontecimento que teve lugar num tempo primordial - otempo fabuloso das "origens". O mito conta como, graças às ações primordiais dos seres sobrenaturais surgiu um facto qualquer, seja a realidade total - o Cosmos- seja apenas um dos seus fragmentos, tais como: uma ilha, um comportamento humano ou uma instituição. O mito surge como uma narrativa duma "criação". Conta como qualquer coisa foi produzida, isto é, começou a ser. O mito não fala daquiloque é imaginário, fala apenas daquilo que se manifestou plenamente. As personagens dos mitos são seres sobrenaturais. Estes são conhecidos, sobretudo por aquilo que fizeram nos tempos prodigiosos dos "começos".

 
A história moderna da filosofia da Antiguidade restabelece uma ordem intelectualmente satisfatória para aqueles que a elaboram e o pensamento que obedece à exigência lendária,substitui-se uma nova lógica regulando, graças a uma estrita disciplina do discurso, a questão do direito à palavra verdadeira,

Portanto, homem, como cidadão-guerreiro, que fala e que combate, aparece como assumindo o seu destino. Nesta época os gêneros culturais mudam de sentido e estilo: a tragédia, antes fundamentalmente religiosa, torna-se cerimônia cívica; a comédia passa do jogo burlesco àcrítica política, outros se afirmam como a história-geografia: descrições lendárias e genealogias místicas dão lugar a paisagens e costumes analisados e descritos com precisão, a sequências de acontecimentos narrativos, outros nascem como uma medicina que, doravante, faz apelo antes à investigação das causas das enfermidades que aos recursos ambíguos da adivinhação, como a “física”, que passa pouco apouco das especulações mágicas ao estudo das relações fenomenais, como a arte da palavra, que deixa de ser a característica das famílias nobres para se tornar o meio do qual todo cidadão dispõe, pelo menos em direito, para fazer valer suas opiniões e interesses, como a filosofia, que deixa de ser declaração exaltante e misteriosa para reivindicar, com a mestria com que domina o jogo das questões erespostas, seu direito a definir em todos os domínios a justiça.
Como devemos caracterizar o discurso pedagógico?Podemos caracterizar como uma forma de transmissão de conhecimento.Ele ocorre dentro de um ambiente escolar,é um discurso mais autoritário visto pelos jovens,mais tem ouvido muitas modificações para conseguir ter acesso aos (que recebem todo dia esse tipo de abordagem na escola,família etc.) Através dele que as pessoas aprendem conteúdos,tanto cognitivo ,quanto o relacionamento com suas próprias experiência Qual a relação existente entre mito, razão e educação?A relação existente entre os três e que eles possuem entre si não uma relação de exclusão ou gradação, mas sim, de um poder completar a outra, de uma forma cíclica no decorrer do tempo.





Pensamento mítico...
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