Mercatilismo

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É visto no dia-a-dia muitas noticias e discussões sobre a “politica econômica” do governo. Podemos ver comentários nos meios de comunicação sobre tal politica econômica do ministro da Fazenda, do presidente e entre outros. Mas o que seria exatamente essa “politica econômica”?
Podemos começar pensando no seguinte: todo governante procura fortalecer seu país, e torna-lo mais rico e influente diante de outros países. Com esse objetivo, cada governo toma uma série de decisões e iniciativas para estimular a economia. Este pode emprestar dinheiro para a abertura de indústria, pode investir em centros de pesquisa para produzir tecnologia, pode dar incentivos aos exportadores, por exemplo. Essas ações governamentais que não só estimulam, mas também direcionam o desenvolvimento da economia de um país, é o que chamamos política econômica.
Assim aconteceu na época moderna, que foi o berço da economia. Reis que chefiavam suas monarquias e disputava espaço com outros reinos, buscavam incentivar o crescimento de suas economias para alcançar uma posição de destaque e enriquecer o país. Com esse objetivo, estabeleceram uma política econômica que ficou conhecida como mercantilismo.

O mercantilismo surgiu no século XV e durou até século XVIII, com o surgimento dos estados nacionais e a expansão marítima europeia levaram economistas como Thomas Mun (Inglaterra), Jean-Baptiste Colbert (França) e Antônio Serra (Itália) a criar princípios para enriquecimento e fortalecimento do estado.
A origem de tal prática econômica reside no momento em que a Europa passava por grande escassez de metais preciosos, ou seja, ouro e prata. Faltava dinheiro para atender às demandas do comércio. Após o descobrimento das Américas, o principal objetivo de portugueses, espanhóis e europeus no continente no século XVI era descobrir fontes de ouro e prata. Todavia, como aconteceu na América, nem sempre era possível achar fontes diretas de metal precioso para abastecimento dos cofres dos Estados

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