Memoria , Esquecimento Silêncio

Páginas: 7 (1575 palavras) Publicado: 5 de julho de 2014
05/julho/2014
Memória, esquecimento, silêncio Michael Pollak
Maurice Halbwachs fala de inicio sobre conceito referente à memória coletivo, onde enfatiza a força dos diferentespontos que estrutura nossa memória e que introduz na memória coletiva que pertencemos .São os pontos de referencia, patrimônio arquitetônico as paisagens as datas e personagem históricos ,as tradições o folclore a musica etc.Esses pontos referente torna indicadores empíricos da memória coletiva de um determinado grupo,uma memória estruturada com sua hierarquias e classificações e ao definir um grupo oque deferência de outro fundamento e reforça o sentimento de pertencimento e as fronteiras sócio-culturais, Nesta abordagem, a ênfase que é dada à força dessa memória coletiva, à duração, à continuidade e à estabilidade.
Halbwachs frisar sobre as funções positivas feitas pela memória comum, como reforça a coesão social pela adesão afetiva de um grupo, determinado de grupo afetivo. Vistodessa forma a nação é a mais acabada de um grupo e a memória nacional como forma mais completa de uma memória coletiva
Na abordagem durkheimiana os pontos positivos desempenhado pela memória comum reforçar a coesão social, pela adesão afetiva do grupo.
Para que nossa memória se beneficie das outras, não basta que eles nos tragam seus testemunho é preciso que concorde com suas memórias paraque possa ser reconstruída sobre uma base comum. Esse reconhecimento do caráter potencialmente problemático de uma memória coletiva já anuncia as mudanças de perspectiva que marcaos trabalhos atuais sobre esse fenômeno. Não se trata mais de lidar com os fatos sócias como coisas, mais de analisar como os fatos sociais se tornam coisas, como e por quem eles são solidificados e dotados de duração e estabilidade.Essa abordagem irá interessar, portanto, pelo processo e atores que intervêm no trabalho de constituição e formalização das memórias.
A memória em disputa
Essa preferência dos pesquisadores pelos conflitos e disputa em detrimento dos fatores de continuidade estabilidade deve ser relacionado com asverdadeiras batalhas da memória.
Tomemos a título de ilustração, o papel desenhado pela reescrita da história em dois momentos fortes de destalinização, o primeiro deles após o xx congresso do PC da União Soviética, quando Nikita Kruschev denunciou os crimes estalinistas. Essa reviravolta da visão da história, ligada a linha política, traduziu-se na destruição progressiva, dos signos e símbolos quelembravam Stalin na União Soviética e nos países satélites.
Essa preocupação reermegiu cerca de trinta anos mais tarde no quadro da glasnost e da perestroika. Aí também o movimento foi lançado pela nova direção do partido ligada a Gorbachev. Mas, ao contrario dos anos 1950, essa nova abertura gerou um movimento intelectual com a reabilitação de alguns dissidentes atuais e de maneira póstuma dedirigentes que nos anos de 1930 e 1940 haviam sido vitimas do terror estalinista.


O exemplo seguinte, completamente diferente, é o dos sobreviventes dos campos de concentração que, após serem libertados, retornaram à Alemanha ou à Áustria. Seu silêncio sobre o passado está ligado em primeiro lugar à necessidade de encontrar um modus vivendi como aqueles que, de perto ou de longe, ao menos...
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