Manuesandrinho

344 palavras 2 páginas
DIÓGENES, O FILÓSOFO GREGO

Prestes (2000) narra à história do comportamento do filósofo grego, Diógenes. O filósofo em questão era muito conhecido na cidade de Atenas em razão de sua vida humilde e, principalmente, de sua forma irônica de tratar questões circunstanciais entre os homens.
A fama de Diógenes crescia tanto que, Alexandre, o grande, resolveu procurá-lo. Ao encontrar o velho sábio, Alexandre perguntou o que ele o poderia ofertar, de imediato, o filósofo pediu o sol, em seguida a lua e Alexandre exclamou ao velho sábio que tudo o que pedia era impossível. Alexandre retirou-se do local sem entender nada, pois Diógenes além de ser extremamente racional, era capaz de dizer o que tivesse vontade, falar sobre os acontecimentos de forma irreverente, o que muitas das vezes não era compreendido pelas pessoas.
Segundo Prestes (2000), o filósofo Diógenes, era descrente da humanidade, uma vez que, ele acreditava na negativa social, ou seja, na eterna recusa dos homens em ajudar o próximo. Como se observa na passagem em que o grego vai pedir esmolas às estátuas, afirmando aos que o criticavam que estava apenas tentando se acostumar a ser ignorado, já que para ele o homem era insensível ao sofrimento alheio.
Meses depois, Diógenes, com seu jeito zombador, tenta dar outra lição de vida, ao passo que, com uma lanterna acessa procurava um homem de caráter, que não houvesse se tornado membro de um rebanho, uma vez que, naquele período todos haviam se rendido às vontades exacerbadas do comando de Alexandre, o grande. Seu amigo, ao encontrá-lo em tal situação, pediu a ele que não julgasse todas as pessoas como desonestas e justificou que tais conceitos do filósofo se davam pela falta de fé e que esta por sua vez, era a grande responsável pela felicidade.
Portanto, Prestes (2000) conclui que, Diógenes, o filósofo grego, era de certo modo inquieto às questões intrínsecas, em decorrência da falta de fé e da ausência de Deus no Coração.

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