Mal-estar na civilização

Páginas: 13 (3199 palavras) Publicado: 31 de março de 2014
O mal-estar na civilização. Capitulo I


Sigmund Freud

Ele diz que o homem nem sempre vai ver uma motivação em alguém, geralmente isso fica por conta da minoria da sociedade, sobre a religiosidade, Freud comenta sobre um determinado amigo que a religiosidade seria um sentimento oceânico, infinito, que adentravam as igrejas,afirmava que era subjetivo esse sentimento e não fé, porém não era necessário adquirir uma crença para esse mesmo ser religioso, tendo em vista apenas o sentimento oceânico. Freud vai afirmar que ele não conseguia ter esse sentimento ilimitado como já citou seu amigo, porém ele não discrimina e não deixa de acreditar que esse sentimento possa ser sentindo por outras pessoas, desde que sejainterpretado corretamente e que se deve ser encarado como a "fons et origo" que significa em latim "fonte e origem" desse sentimento. Ele cita que nada que ela faça irá criar uma influência decisiva nessa questão, e que desde o início o homem tende a ter esse sentimento. Isso viria do ego, e que não há nada que possa estar mais certo que o nosso próprio Eu, porém Freud irá tratar do ego como fachada,pois quem influência seria a força inconsciente do Id, compara um indivíduo apaixonado que por um momento está totalmente ligado ao ‘eu e tu’ em um momento, que tempos depois esse sentimento se esvai e deixa de existir. A patologia nos influência de tal forma que o ego e o mundo externo se tornam incertos, não se sabem da onde originam-se esses estados em alguns casos, e que o nosso ego querendo ounão está sujeito a distúrbios.
A respeito do ego, cita que no caso do adulto ele é desenvolvido parcialmente desde a infância, ou seja, no adulto o ego já se encontra “formado”, diferentemente da criança, que não tem um ego por si só desenvolvido, isso dependerá de estímulos criados pelo o mundo externo, o primeiro estímulo e prazer por assim dizer da criança se encontrara nos seios da mãe, aísim encontra-se o primeiro objeto constatado pelo ego, sendo assim o ego será encarado para o desenvolvimento com o prazer e o desprazer, porém com o fato de o ego desde o início buscar o seu desejo com a influência do seu ID, torna-se então uma busca pelo prazer, onde o desprazer que é imposto pelo mundo exterior o ego irá extirpar esse sentimento de dor, sofrimento, criando assim dentro de sipróprio um “mundo exterior/interior” onde praticamente podemos resumir como uma lata de lixo por exemplo, e o que irá formá-lo será a reincidência desses sentimentos ao longo da construção do ego, possa ser que devido o ego ser exposto ao desprazer por muito tempo, o mesmo será correspondente em sua formação, em sua maturidade, contudo Freud vai comparar esse processo com o sentimento oceânico que seuamigo citou. Vai afirmar que esse sentimento se originou com o indivíduo, assim como os sáurios no reino animal, que se extinguiram-se porém deram lugar aos crocodilos, toma o exemplo como uma reconstrução, nesse caso da espécie, mas que algo originário se encontra no mesmo, ou seja, o indivíduo leva esse elemento primitivo consigo.
Freud cita que por mais que o ser humano tente evitar essaverdade, não há pra onde fugir, vai citar o exemplo de Roma para ilustrar, supondo que três povos que habitassem o local, com seus costumes e crenças, de geração a geração por mais que mudassem tudo, sempre haveriam resquícios que permaneceriam, dar-se também o exemplo que no corpo do ser humano em seu desenvolvimento da fase da infância a fase adulta muitas coisas mudam, se modificam, é possível simtraçar detalhes da criança na fase adulta, ou seja, não será possível ter tudo da criança no adulto é isso que Freud quis dizer ao citar a glândula do timo, que é substituída após a puberdade, porém defende que na mente, todos sem exceção são guardados na mente, nada se perde, entretanto nem tudo está acessível, está lá, porém não há formas de identificá-las.
Esse sentimento ‘dos oceanos’ não...
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