Lulismo no poder - resumo capítulo i

Páginas: 17 (4037 palavras) Publicado: 22 de março de 2012
O Lulismo no Poder – Capítulo I
* 2002
-TENTAÇÕES PERIGOSAS (26/06)
Merval afirma que Lula está imbuído de da certeza de que tudo pode, pois está do lado certo e tem o povo a apoiá-lo. E diante disso, alerta para o fato de que devemos temer o fantasma do dirigente messiânico, pois sempre que se materializou acabou nos levando a crises institucionais graves, assim como ocorreu com JânioQuadros, Fernando Collor, e Fernando Henrique Cardoso. Basta agora que o presidente não se deixe cair em tentações populistas, e seja engolido por este fantasma.
* 2003
-HERANÇA MALDITA (06/05)
Toda a ação oposicionista tomada pelo PT se reflete hoje no governo. Era contra o FUNDEF, à Lei de Responsabilidade Fiscal, e contra a criação da CPMF, dentre outros, e hoje é a favor de todos eles. OPT, que quando esteve na oposição, criticou de forma árdua o governo anterior, deu seguimento aos programas deste, e ainda desenvolveu projetos com base nestes que já haviam dado certo.

-RESERVA DE MERCADO (11/05)
Merval observa que por meio da Secretaria de Comunicação e Estratégia, na divulgação de programas como a reforma agrária e o Fome Zero, o governo busca preservar uma ação partidáriamais a esquerda, num governo que está mais para social-democracia européia do que para socialista. Ele afirma que o governo por meio de estratégias políticas na nomeação de cargos, tenta manter a neutralidade nos mais diversos conflitos como o do MST, ALCA, Cuba e EUA.
-MST NA CABEÇA (03/07)
Em meio a conflitos entre o governo, pecuaristas e o MST, o presidente da república “veste” a causa etenta mostrar a sociedade, uma vocação democrática do governo petista. Apesar das críticas, o presidente fora apoiado pelo seu assessor Frei Betto, que disse que o Movimento incorpora uma causa histórica no país e por isso é tão importante para o presidente. Ainda nesta crônica Merval discute sobre as possíveis políticas de reforma agrária discutidas pelo governo em reuniões com os lideres do MST.-SUPERAR A CRISE (26/07)
Merval diz que as palavras do líder do MST, João Pedro Stédile, incitando os seus seguidores a uma guerra contra os proprietários de terra, acordaram o governo para a realidade, que o estava transformando em refém das radicalizações. Em meio a crise do “espetáculo de invasões” se espera pelo “espetáculo do crescimento” prometido pelo governo, que já tem programas dehabitação no estado paulista, mas existem critérios de cadastramento que devem ser respeitados.
Merval afirma com certeza de que o espetáculo de invasões continua porque o governo deu espaço para que isto acontecesse quando não freou as primeiras bandeiras do MST, e em decorrência dessas ações do MST é gerado um clima de insegurança para a produção agrícola, que poderá acarretar em uma série deproblemas econômicos para o país, desta forma o governo terá que adotar ações emergenciais para tentar superar a crise.

-DOIS CAMINHOS (29/07)
Merval visualiza que na visão petista esses movimentos, tem uma organização política precária e não são capazes de entender as limitações do governo, principalmente as orçamentárias. No ponto de vista do governo apenas os movimentos sindicalistas possuemuma base organizada, diferente de outros movimentos como o MST que possuem um comando político organizado, mas não tem bases.
Mas em meio a estes conflitos e erros do MST, as suas mobilizações são necessárias para que haja mudança, e por ter a mesma origem desses movimentos sociais, o governo petista não poderia simplesmente reprimir como fizeram os governos anteriores, e não somente por esteaspecto Merval culpa o PT por estes movimentos, taxando-o como responsável por isso, culminando com a Central dos Movimentos Sociais que criaram na campanha de 1998. Desta forma Merval reafirma o que disse o cientista político Luciano Dias, que essa dicotomia existe porque o governo quando na oposição apoiou e estimulou todo tipo de demanda social, e no entando não tem cadeia de comando sobre...
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