lijnhyhuk

Páginas: 5 (1204 palavras) Publicado: 15 de setembro de 2013
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situado no centro co­mercial dacidade.
O edifício era bastante agradável. Depois de su­bir dois lances estreitos de escada, Rosina entrou em uma sala decorada com uma formalidade ex­cessiva. Avistou dois funcionários sentados às suas mesas, escrevendo, rodeados por pilhas de docu­mentos amarrados com fitas ou apenas dobrados.
Encostadas nas paredes, estantes abertas de madeira escura lotadas de livros volumosos e pe­sados. Oambiente era melancólico e lúgubre. Ro­sina se sentiu intimidada.
Foi conduzida a um gabinete um pouco menos austero, onde pelo menos havia duas janelas gran­des que permitiam a entrada de luz. Entre duas estantes igualmente repletas, estavam pendura­dos dois retratos em forma de quadro.
O sr. Ottery, com quem vinha se corresponden­do, era um senhor agradável, com ares de protetor, de meia-idade,que vestia-se de preto. Uma peruca
cinzenta encimava um rosto amigável. Cumpri­mentou-a com um sorriso doce, que serviu para deixar Rosina à vontade, quando o constrangimen­to da situação o permitiu. O advogado fez o que pôde para apaziguar-lhe a ansiedade.
— Não há por que alarmar-se, senhorita — as­segurou-lhe, com voz calma. — Meu cliente, o ca­valheiro em questão, quer apenas o direito deter acesso a sua fortuna.
Seria mesmo só isso?
— E ele precisa casar-se para isso? — aventu­rou-se a perguntar.
— A herança foi condicionada ao matrimônio, madame.
— E por quê? — A questão saiu sem querer, e ela tratou de corrigir-se: — Desculpe-me, isso não é de minha conta. É que... me pareceu estranho.
— Tais cláusulas não são incomuns, senhori­ta. — Ottery esboçou um sorriso apagado. —Presume-se que o casamento tenha um efeito moderador.
Rosina não conseguiu evitar uma risada.
— Espero que o senhor não pretenda me dizer que o "cavalheiro em questão" é um libertino.
— Pelo contrário.
O enigma continuou, e Rosina foi de novo in­vadida pela tensão. Que tipo de homem seria aquele, que precisava de um anúncio para arran­jar esposa?
Fitou o causídico, que não se mostrava muitoacessível. Parecia mais disposto a saber o que ela diria. Mordeu o lábio e suspirou, determinada. Se Ottery não dizia, teria de indagar-lhe.
— Perdoe-me, senhor, mas não compreendi. Se o único motivo é ganhar a herança, por que o lorde usou esse meio para encontrar uma moça com quem se casar? Deve haver muitas mulheres solteiras adequadas o suficiente para servir a seu propósito.
— Existem razõespelas quais meu cliente não quer escolher entre as jovens conhecidas.
Então acertara! Porém, quais seriam os moti­vos? Será que todas as suas perguntas teriam res­postas evasivas?
Um grande vazio abriu-se a sua frente, ao pen­sar na enormidade de todo aquele processo. Será que perdera o juízo, a ponto de até mesmo con­siderar viável uma loucura daquelas? Não deveria ter escutado Gatty. Pelo que...
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