Liberdade e Escolha: Concepção Existencialista

Páginas: 7 (1534 palavras) Publicado: 23 de outubro de 2013
ESCOLA SUPERIOR DE CRICIÚMA – ESUCRI






JOVITA VORLI DA ROSA FERREIRA
THAIS RODRIGUES DA SILVA






LIBERDADE E ESCOLHA: CONCEPÇÃO SARTRIANA















Criciúma (SC),setembro/2013
JOVITA VORLI DA ROSA FERREIRA
THAIS RODRIGUES DA SILVA
















LIBERDADE E ESCOLHA: CONCEPÇÃO SARTRIANA



Trabalho apresentado a professoraCristina de Castro Abreu e Silva como requisito parcial para aprovação na Disciplina Metodologia Científica, 4ª fase, do curso de Psicologia da Escola Superior de Criciúma, ESUCRI.










Criciúma (SC), setembro/2013
SUMÁRIO


1 INTRODUÇÃO 1
2 A LIBERDADE COMO TEMA CENTRAL 4
2.1 Liberdade em jean-paul sartre 4
2.1.1 AS LIMITAÇÕES DA LIBERDADE 5
3CONSIDERAÇÕES FINAIS 8
4 REFERÊNCIAS 9

1 INTRODUÇÃO
A liberdade vem sendo discutida desde as primeiras publicações e pensamentos sobre psicologia, são diversas teorias com pontuações diferenciadas. Seria esta real? Ou apenas uma ilusão imposta pela sociedade? Com a ideia central de que esta constitui um dos maiores desafios impostos na atualidade, o filósofo Francês Jean-Paul Charles AymardSartre faz o esclarecimento de dúvidas que persistem a séculos, com base na teoria filosófica e abordagem psicológica existencialista, que acredita ser o homem inteiramente responsável por suas próprias ações. Como forma metodológica, para um bom desenvolvimento deste artigo, fez-se estudos sucintos e revisões completas dos principais conceitos e teorias desta abordagem psicológica, por meio de textose livros bem elaborados à respeito de Sartre.
Visa-se desta forma ressaltar os principais pontos e retornos pessoais que a adaptação e compreensão da visão Sartriana de liberdade e escolha podem disponibilizar ao sujeito. De forma a concluir as reflexões, cita-se também situações factuais da liberdade que encaminham o sujeito a fazer determinada escolha, as limitações da mesma e fatores centraisque podem dificultar a liberdade. De acordo com Schneider (2011), durante todo o período em que permanecemos vivos fazemos escolhas de ser livres ou não, embora não mudemos nosso principal projeto de ser. Com base neste conceito fundamental, lança-se um questionamento: realidade ou ficção? Segue-se no presente artigo argumentos que definirão tal pergunta.
2 A LIBERDADE COMO TEMA CENTRAL
Diante oconhecimento empírico afirma-se ser a liberdade um sentimento momentâneo de prazer e tranquilidade associado à euforia e adrenalina que impulsionam o sujeito á ter maior desejo pela vida, relaxamento e decisão de fazer o que mais deseja sem dar importância para fatores que julga irrelevantes. Através do olhar científico neurológico, a liberação de hormônios como Serotonina e Dopamina levariamsensação de prazer e felicidade, o que são consequencias de uma liberdade plena. Desta forma as abordagens psicológicas desempenham importantes papéis nas discussões redigidas à tal tema, Terapia Cognitivo Comportamental, Psicanálise, Gestalt Terapia e Sócio-histórica trazem conceitos diferenciados e curiosos para a definição e questionamento, porém, o existencialismo traz a liberdade como aspectoessencial e vital do homem.

Figura 1: A liberdade

Fonte: Blogspot - Ideias, lembranças e outras conversas1
2.1 Liberdade em jean-paul sartre
Destaca-se como ponto inicial da teoria sartriana, a liberdade como o próprio homem, este a possui totalmente diante as escolhas, ainda que opte por não escolher estará fazendo a escolha de não escolher, ou sejaSegundo Sartre (1943), estamos condenados à liberdade de escolha, o que acaba por intimidar o homem diante da possibilidade de ser inteiramente responsável por sua atitude e sensatez perante a escolha, transmitindo sentimentos negativos como sensibilidade, fragilidade e insegurança diante do excesso de liberdade.
Portanto, irremediavelmente lançado na realidade concreta, o homem depara-se a todo...
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